Anistia é “sensível”, mas não pode aumentar a “crise institucional”, diz Hugo
O presidente da Câmara de Deputados, Hugo Motta (republicanos-PB), disse na segunda-feira (07) que a agenda de anistia é “sensível” e não pode mais intensificar a “crise institucional que já estamos vivendo”.
Ele destacou dois pontos porquê essenciais para ser verosímil “lucrar esta agenda”.
“A primeira é a sensibilidade para emendar qualquer excesso que vem acontecendo com aqueles que não merecem receber punição. Acho que essa sensibilidade é necessária, ela toca a todos nós. É de responsabilidade do poder, ao resolver esse problema, o que é sensível, que é justo, não aumentamos uma crise institucional que já estamos vivendo” “.Ele disse durante uma conferência na Associação Mercantil de São Paulo (ACSP).
Hugo também enfatizou a valor de se reconhecer e prestar atenção a outras diretrizes em paralelo.
“Esta não é a agenda única do Brasil. Falamos sobre várias outras diretrizes importantes, que também precisamos enfrentar”.contínuo.
O parlamentar, que se definiu porquê um “Amante da democracia”avaliou que o papel de “Sensor de taxa” e, portanto, pretende realizar a questão da anistia na câmara legislativa com o “Serenidade que exige, ouça os líderes, respeite a maior segmento da moradia, mas nunca perda essa capacidade de falar sobre esse tema”..
“Cada segmento defende o que entende é importante e não há uma questão mais importante ou menos importante, mais ou menos relevante que a moradia não precise enfrentar ou enfrentar se for trazida por um partido político”.disse.
Para ele, o Brasil precisa de “pacificação”. “Não está desequilibrado, a crise que resolveremos o problema não está aumentando. Não é distanciar as instituições que encontraremos para esse tempo quebradiço e difícil enfrentando o Brasil”.disse.
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