Os estados de Bolsonaristes serão os mais afetados pelas taxas de Trump, mesmo com isenções
A sobretaxa de 50% nos produtos brasileiros, realizada na quarta -feira (30) pelo governo de Donald Trump, ameaço impactar a economia dos estados de que a maioria do ex -presidente Jair Bolsonaro, incluindo a Santo Espírito. A medida, que entrará em vigor em 6 de agosto, foi justificada por Trump uma vez que uma resposta ao tratamento judicial facultado a Bolsonaro no Brasil, gerando uma crise política e reações nas áreas econômicas e legais. Embora o valor real do impacto ainda não tenha sido calculado, a decisão já pretexto divisões sobre a lei brasileira e mobiliza o governo a desafiar a medida nos fóruns internacionais.
Sete estados brasileiros foram responsáveis por mais de 80% de todas as exportações para os Estados Unidos no ano pretérito: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. De consonância com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Negócio e Serviços (MED), tudo isso, com exceção de Minas Gerais, deu a Jair Bolsonaro Victoria na segunda rodada das eleições de 2022.
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No entanto, o decreto que formaliza a taxa traz uma lista de 694 produtos específicos isentos, representando 43,4% do totalidade de exportações brasileiras, de consonância com a Câmara de Negócio Americana para o Brasil (Amcham Brasil). Eles estão livres das novas taxas, uma vez que óleo, polpa e suco de laranja, aviões, minerais, produtos energéticos, metais básicos, fertilizantes e papel e polpa. No entanto, produtos uma vez que músculos, frutas e moca não entraram na lista de exceções e serão afetados.
Em nota, a Amcham Brasil enfatizou que, apesar das isenções, “ainda há um impacto significativo nos setores estratégicos da economia brasileira”. A entidade estabelece que “os produtos que foram deixados de fora da lista permanecem sujeitos ao aumento da taxa, o que compromete a competitividade das empresas brasileiras e as cadeias de valor potencialmente globais”.
Motivação política e lobby de Eduardo Bolsonaro
A justificativa apresentada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, foi o tratamento que o Tribunal Brasílio deu a Jair Bolsonaro no processo em que ele é criminado de consignar um golpe de golpe. O próprio ex -presidente sugeriu, em uma publicação na Rede Social X, em 13 de julho, que sua anistia poderia resolver o problema. “Em caso de simetria e independência entre os poderes, nascem perdão entre os irmãos e, com anistia também sossego para a economia”, escreveu ele.
O deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP), rebento do ex-presidente, defendeu claramente as taxas. Em seu relato X, ele declarou que as medidas “eram uma resposta legítima às agressões do regime brasílico contra os interesses e cidadãos dos Estados Unidos”. Eduardo, que aparece uma vez que “deputado federalista no exílio”, mudou -se para os Estados Unidos para convencer o governo de Trump a agir pela anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e obter sanções contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
Em maio, o Supremo Tribunal Federalista (STF) abriu uma consulta, a pedido do Gabinete do Procurador Universal (PGR), para investigar o desempenho de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. O PGR considera que “as represálias procuradas, concatenaram e introduzidas contra as autoridades responsáveis por realizar os casos mencionados nesta peça parecem graves atos de interferência no livre tirocínio de poderes constitucionais”.
Repartição à direita e reações dos governadores
A taxa expôs uma fissura ao recta brasílico. Enquanto a família Bolsonaro defende a medida, os governadores dos estados que podem ser fortemente afetados estão em uma posição delicada. De consonância com o observador político Isabela Oliveira Kalil, da FESPSP, esses governadores precisam proteger os interesses econômicos de seus estados sem criticar claramente o lobby de Eduardo Bolsonaro, para não perder o pedestal à base bolonarista.
Tarcisio de Freitas (republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Jr. (PSD-PR) criticaram o que consideram a falta de diálogo de um governo de Lula com os Estados Unidos. Zema, em suas redes sociais, defendeu Bolsonaro e criticou Lula e o STF, mas classificaram os impostos uma vez que “incorretos e injustos”. Tarcisio disse que seu governo procura diretamente conosco autoridades de uma maneira “profissional e silenciosa”.
A exceção foi o governador de Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que em entrevista à UOL News chamou a pronunciação da família Bolsonaro de “absolutamente inolvidável”. Ele também criticou Lula por “um exposição frequentemente anti -americano que enfraquece esse relacionamento”.
A situação é vista pelos cientistas políticos uma vez que uma oportunidade para outros líderes de recta se mudarem da imagem do ex -presidente. A pesquisa de investimento da Quaest/Genius indica um efeito negativo da tarifa nas reivindicações eleitorais de Bolsonaro em 2026 e uma melhoria na popularidade de Lula.
A guerra lícito nos Estados Unidos e a resposta na OMC
Paralelamente à crise política, a validade da medida de Trump é questionada nos Estados Unidos. Um tribunal federalista de apelações demonstrou ceticismo sobre os argumentos do governo dos Estados Unidos de impor sobretaxas sem o pedestal do Congresso. A ação, apresentada por 12 estados e cinco empresas, argumenta que Trump excedeu suas prerrogativas através do uso do recta internacional das potências econômicas de emergência de 1977 para utilizar taxas sem uma emergência mercantil. Os magistrados questionaram o uso de uma lei que nem menciona a termo “taxas”. Uma decisão contrária ao governo poderia derrubar maquinalmente a medida contra o Brasil.
O governo brasílico, por sua vez, se prepara para formalizar uma resposta na Organização Mundial do Negócio (OMC). A estratégia, que já tem o pedestal da Itamaraty, argumenta que os Estados Unidos ingelavam regras fundamentais da organização, uma vez que a “pátria mais favorecida” (que evita a discriminação entre parceiros comerciais) e o reverência pelas taxas máximas acordadas.
O processo da OMC implica três fases: consultas, o estabelecimento de um tela e, finalmente, o órgão de recurso. O problema é que esta última instância está paralisada desde 2019, por uma decisão dos próprios Estados Unidos de não indicar novos membros, o que evita as decisões finais em disputas comerciais. Mesmo assim, o governo brasílico considera o uso da OMC de uma maneira de registrar a violação das regras perante a comunidade internacional.
A resposta do STF e o horizonte do processo Bolsonaro
No Brasil, a reação do Supremo Tribunal Federalista (STF) deveria rejeitar qualquer tipo de interferência externa. Os ministros ouvidos por Folha declararam que a ofensiva de Trump não suavizará o julgamento de Bolsonaro e outros réus na trama do golpe. Pelo contrário, espera -se que a tentativa de pressão tenha um efeito inverso, com os ministros mesmo em seus votos manifestados em resguardo da soberania pátrio.
Os advogados do réu dos réus consideram que a ação inócua de Trump avalia que a situação lícito de Bolsonaro pode até piorar. A ofensiva de Trump ocorreu pouco antes do ministro Alexandre de Moraes impõe medidas de cautela a Bolsonaro, uma vez que o uso de um tornozelo eletrônico. Nos votos confirmados pelas medidas, os ministros da primeira classe da Suprema Incisão criticaram a interferência com força. Flávio Dino comparou a ação com um “seqüestro da economia”, enquanto Moraes declarou que a lei brasileira não é suscetível à “negociação da falta de paridade com o governo estrangeiro”.
O julgamento do núcleo mediano do enredo de golpes está programado para setembro. Enquanto isso, a pesquisa que investiga o desempenho de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos progride, com a expectativa de que uma provável queixa seja preparada em seguida a epílogo dos procedimentos principais.
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