A resguardo de Bolsonaro diz que ele ficou surpreso com a prisão domiciliar
A resguardo de Jair Bolsonaro declarou na segunda -feira que ficou surpreso com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Namoro (STF), que ordenou a prisão domiciliar do ex -presidente.
Segundo os advogados, Bolsonaro não quebrou a medida de sobreaviso que proíbe o uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.
“A resguardo ficou surpresa com o decreto da prisão domiciliar, já que o ex -presidente Jair Bolsonaro não quebrou nenhuma medida”.A resguardo disse.
Os advogados também disseram que apelarão da decisão.
“A frase ‘Boa tarde, Copacabana. Boa tarde, meu Brasil. Um amplexo a todos. É para a nossa liberdade. Estamos juntos’ ‘Não pode ser entendido porquê uma violação da medida de sobreaviso ou porquê um ato criminoso”, diz advogados.
Entender
No mês pretérito, Moraes determinou várias medidas de sobreaviso contra Bolsonaro, incluindo o uso de um tornozelo eletrônico e restrição ao uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.
Na decisão emitida hoje, o ministro apontou que Flávio Bolsonaro e dois outros filhos do ex -presidente, Carlos e Eduardo, publicados em suas redes sociais de Bolsonaro nas posições de Ação de Graças aos apoiadores que participaram dos atos realizados ontem (3).
Portanto, de convénio com as moraes, houve um complemento às restrições determinadas supra.
As medidas de sobreaviso foram determinadas na investigação em que o vice-vice-Eduardo Bolsonaro (PL-SP), rebento do ex-presidente, é investigado por seu desempenho com o governo do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover represálias contra o governo brasiliano e os ministros do Supremo.
Em março deste ano, Eduardo solicitou uma licença de procuração parlamentar e mudou -se para os Estados Unidos para perseguição política.
Nesse processo, o ex -presidente é investigado por enviar recursos através do PIX para remunerar a permanência de seu rebento no exterior. Bolsonaro também é indiciado da ação criminal da trama criminosa no Supremo.
Espera -se que o julgamento ocorra em setembro.
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