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O governo adota cautela contra a prisão de Bolsonaro para evitar o desgaste com os Estados Unidos

O governo adota cautela contra a prisão de Bolsonaro para evitar o desgaste com os Estados Unidos

O governo adota cautela contra a prisão de Bolsonaro para evitar o desgaste com os Estados Unidos

O Planalto Palace orientou os ministros e os membros do governo a adotar uma postura de discrição e cautela na prisão da Câmara do ex -presidente Jair Bolsonaro (PL), decretou na segunda -feira (4) pelo ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Golpe (STF). A estratégia do governo de Lula (PT) procura evitar o fortalecimento de uma narrativa de perseguição política e, principalmente, contendo uma escalada na crise com os Estados Unidos, que estão se preparando para implementar uma tarifa contra produtos brasileiros e já condenaram a decisão da justiça brasileira.

O mandado de prisão foi emitido depois que o ministro Moraes entendeu que Bolsonaro demitiu medidas de cautela previamente impostas, uma vez que a proibição de usar redes sociais, mesmo através de terceiros. O ex -presidente apareceu em vídeos e ligações transmitidas pelos seguidores durante as manifestações de domingo (3).

Na segunda -feira (5), o Ministro do Ministério da Informação Social (Secom) da Presidência, Sidônio Palmeira, continha colegas da Esplanade para recomendar moderação nas declarações sobre o caso. A avaliação interna é que uma reação efusiva do governo pode fomentar o oração de vitimização de Bolsonaro e promover a tese de perseguição política defendida por seus aliados.

Dois ministros, que falaram em requisito anônima, avaliaram que o ex -presidente teria causado propositadamente sua própria prisão por quebra de determinações judiciais. O objetivo, de concordância com essa leitura, seria mobilizar sua militância da respiração certa e substanciar a imagem de perseguida, dada a iminência de uma persuasão no processo de trama de golpes.

O guia é que o governo não está envolvido no objecto, responsável pelo ex -presidente e justiça, e que qualquer exploração política do evento é restrita à militância em vez dos membros do governo. Para esses participantes de Lula, a abordagem deve ser a redução da temperatura política no país.

Tensão com os Estados Unidos
A prisão em morada de Bolsonaro acrescentou um componente novo e sério ao relacionamento já tensionado com o governo de Donald Trump. Na noite de segunda -feira, o Departamento de Estado dos Estados Unidos, através de seu escritório para o Hemisfério Ocidental, condenou a decisão de Moraes em uma rede social X.

“O ministro Moraes, agora sancionado pelos Estados Unidos uma vez que criminoso dos direitos humanos, continua a usar as instituições brasileiras para silenciar a oposição e ameaçar a democracia”. declarou a publicação, que conclui: “Os Estados Unidos condenam a ordem de inadimplência imposta por prisão domiciliar a Bolsonaro e manterão todos os que ajudam ou colaboram com o comportamento sancionado”.

Os aliados de Bolsonaro esperam que a medida acelere a emprego de mais sanções contra as autoridades brasileiras com base na lei de Magnitsky, que pune os violadores de direitos humanos. O ministro Alexandre de Moraes foi sancionado na semana passada. As fontes ligadas às negociações em Washington afirmam que a inclusão de Viviane Barci, a esposa do ministro, na lista sancionada, já foi enviada.

A sanção impede que a pessoa tenha bens ou ativos nos EUA. E proíbe dólares em entidades financeiras nos Estados Unidos, o que pode afetar o uso de cartões de crédito, uma vez que Visa e MasterCard.

No governo brasiliano, a principal preocupação é que Donald Trump use a prisão de Bolsonaro uma vez que um pretexto para obstruir as negociações e impor novas sanções ao Brasil. Na quarta -feira (6), a sobretaxa de 50% dos produtos brasileiros anunciados pelo Presidente dos Estados Unidos, que tem uma lista de quase 700 exceções.

Os membros do governo admitem que Trump pode usar o incidente para impedir o diálogo sobre as taxas. Um ministro lembrou que o presidente dos Estados Unidos já condicionou a revisão das sanções a um “retardamento” de medidas legais contra Bolsonaro. Nas palavras de um coligado de Lula, “o leite já derramou” e é necessário evitar qualquer gesto que possa gerar mais soído com a Vivenda Branca, em um cenário visto uma vez que radicalizado no lado do bolso e na Suprema Golpe.

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