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‘August Lilac’: SESA fortalece o treinamento para o reconhecimento de sinais de violência em mulheres

'August Lilac': SESA fortalece o treinamento para o reconhecimento de sinais de violência em mulheres

‘August Lilac’: SESA fortalece o treinamento para o reconhecimento de sinais de violência em mulheres

Agosto se dedica à conscientização do término da violência contra as mulheres no muito sabido “Lilac August”. Ao longo do ano, o Secretariado da Saúde (SESA), em parceria com a saúde regional, intensifica o treinamento e o treinamento de profissionais de saúde para a identificação precoce de possíveis sinais e sintomas de violência e mediação imediata.

A referência técnica da vigilância epidemiológica do estado da violência (Viva/Sesa), Edleusa Cupertino, enfatizou que, considerando a dificuldade da violência, treinamento e treinamento, ajudando os profissionais de saúde na percepção da situação de violência contra as mulheres, a acionar imediatamente uma rede de cuidados, cuidados e proteção na risca de atendimento aos sistemas de saúde (Sus (Sus (Sus).

“Os profissionais de saúde, reconhecendo um caso de violência contra as mulheres e sendo cada vez mais treinados para que isso aconteça, ajude não somente sob os cuidados dessa vítima, mas também no fortalecimento de uma risca inteira de cuidados integrais destinados a mulheres, com o objetivo de melhor resultado para essas vítimas”.informou a referência técnica Edleusa Cupertino.

Dentro da risca de assistência em casos de violência contra as mulheres, os profissionais trabalham em quatro fases: recepção, cuidados, notificação e monitoramento da vítima no território. Outro fator importante no atendimento está na notificação do tempo notório. A SESA oferece exclusivamente um sistema de registro em si, que é a vigilância da saúde do e-SUS (E-SUS vs). O sistema permite que a suspeita ou confirmação de casos de violência seja notificada aos gerentes em tempo real, facilitando assim a recepção da vítima de convenção com a demanda pessoal ou a urgência que a bolsa exige.

De convenção com Edleusa Cupertino, o sistema possui campos de recheio automáticos. “Isso facilita o trabalho dos profissionais e reduz o tempo das notificações, qualificando o banco de dados e gerando confiabilidade nas informações. Assim, o próprio banco de dados aponta para os municípios mais difíceis de reconhecer e notificar a violência”.ela disse.

De convenção com os dados E-SUS versus em 2023, foram relatados 11.758 casos de violência contra mulheres. Em 2024, houve 14.482 casos. Nascente ano, até 25 de julho, houve 9.158 casos relatados. Esses dados se referem a mulheres na tira etária dos 10 anos de idade. No final deste ano, entre os principais casos de violência contra as mulheres estão a física (3.038), psicológica (1.667 casos) e sexual (1.111 casos).

A referência técnica também lembrou que, em conformidade com a lei estadual nº 11.147/2020, a violência é um apelo interlocutório para SUS, realizado por profissionais de saúde, instrução, assistência social e parecer tutelar em sete dias, e a violência sexual, lesão auto -aprovada e violência física contra crianças e adolescentes é notificação dentro de 24 horas.

Fortalecendo a rede de cuidados
A Secretaria de Saúde, Sesa, está buscando a organização de toda uma rede de assistência médica para pessoas e suas famílias que estão em situações de violência nos municípios de Espírito Santo, através da implementação dos centros municipais de prevenção da violência, promoção da saúde e cultura de sossego (nuprevis).

O NUPREVIS visa expandir a qualidade da atenção nos cuidados das vítimas e minimizar a revitimização, uma vez que a atenção é feita integralmente com a garantia da ininterrupção da extensão de assistência social, instrução, Parecer de Tutela, Segurança Pública, entre outros, abrindo a gama de possibilidades de Estado na solução de conflitos, que também inclui o mercê em soma de esforços em cada extensão, a partir da extensão.

A referência técnica Edleusa Cupertino também diz que, nos últimos três anos, os municípios de Marataias e o presidente Kennedy implementaram seus núcleos. “Os municípios aumentaram a notificação da violência e organizaram a rede de cuidados, cuidados e proteção, trazendo solução com a organização dos processos de trabalho”ele explicou. Ou por outra, enfrentar a violência contra as mulheres é um trabalho que envolve treinamento profissional, sob a orientação da SESA e a supervisão dos municípios, em conformidade com a Lei 13.427/2017, que altera a lei 8080/90 e prevê o princípio da organização da atenção às mulheres e outras vítimas de violência doméstica.

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