Bolsonaro diz à Suprema Incisão que ele não agiu para evitar a posse de Lula e que sempre defendeu a democracia
A resguardo do ex -presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nas acusações finais apresentadas à Suprema Incisão (STF), que nunca agiu para evitar a inauguração do presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) e sempre defendeu a democracia.
“Em nenhum momento Jair Bolsonaro cometeu qualquer comportamento que se destinava a prevenir ou obstruir a inauguração do logo presidente, eleito Luiz Inacio Lula da Silva.A resguardo diz.
A mostra foi realizada no processo em que Bolsonaro é réu de arguição de participar de uma trama para promover um golpe de golpe e evitar a posse de Lula. O documento tem quase 200 páginas.
Para o Gabinete do Procurador Universal (PGR), Bolsonaro desempenhou um papel porquê líder da organização criminal que articulou a tentativa de golpe e também o principal beneficiário do projecto criminal, se tivesse sucesso.
A resguardo também estabelece que “o réu nunca aderiu a nenhuma suposta conspiração” e que “as acusações são o resultado de doenças distorcidas e interpretações de atos e linhas descontextualizados”.
Segundo advogados, “não há evidências adequadas no registo para provar que Jair Bolsonaro atacou de alguma forma o livre treino de poderes constitucionais, ou terceiros para fazê -lo”.
A Suprema Incisão deve julgar o caso nas próximas semanas.
Atualmente, Bolsonaro está em prisão domiciliar por tentar perturbar a demanda por golpe de golpe, de pacto com o caso, o ministro Alexandre de Moraes.
Anteriormente, outros réus apresentaram suas acusações finais. O prazo foi até quarta -feira.
Veja inferior o que a resguardo disse para rejeitar as acusações:
Denúncia de inocência
A resguardo do ex -presidente declarou que ele é “singelo de todas as imputações feitas na denúncia”.
“A absoluta exiguidade de evidência e divórcio do manifesto entre o escritório do promotor e a lei foi demonstrado. Foi demonstrado que os atos imputados na denúncia nunca poderiam ser descritos porquê criminosos, seja expressamente excluído do escopo da incidência criminal, quando o legislador, ou porque, mesmo que o lógico do complicante, seja o que se prepararia. “As pontuações do texto.
Organização criminosa
Bolsonaro negou que ele fosse o líder da organização criminosa, porquê PGR apontou: “Ou seja, no contexto da organização criminosa, a liderança nunca foi exercida (por Bolsonaro)”.
“As descobertas de PGR são adicionadas à exiguidade de evidência de participação ou mesmo à ciência do peticionário sobre os planos que se desenvolveram à medida que mantinham suas atividades funcionais relacionadas à transição do governo”.A resguardo diz na arguição final.
Pedido de indulto e sátira ao escritório do promotor
Bolsonaro pede que a Suprema Incisão seja absolvida pela “exiguidade de evidências” e porque, segundo ele, “não há violação” nos fatos descritos por PGR.
A resguardo estabelece que a denúncia é baseada em notas e interpretações “distorcidas” e que “o réu nunca aderiu a nenhuma suposta conspiração”.
“De pacto com o que já se esgotou, o peticionário não teve participação ou mesmo ciência das ações mencionadas nos vários ‘planos’ na denúncia. A estudo presa do caso revela um vácuo probatório e narrativo”.
Responda à posição de liderança nos atos de 8/1
A resguardo refuta a arguição de que Bolsonaro seria o líder do grupo que articulou o golpe de golpe e o principal beneficiário do projecto.
“Os invasores de 8 de janeiro, para essa narrativa, precisam de um patrão. De um líder. Nem a polícia federalista parcial viu essa liderança. Nenhum dos réus declarou a existência da liderança do peticionário”.
O texto acrescenta que “não há teste único” que esteja no projecto chamado “Dagger Green e Amarelo”, “Crianças Negras” ou Atos de 8 de janeiro.
Críticas à “era das narrativas” e ao papel da prelo
Bolsonaro argumenta que o processo é inserido em um envolvente de “massacre da mídia” e uma secção significativa da prelo já a trata porquê culpada.
“Uma secção significativa do país, a maior secção da prelo, não quer um julgamento, só quer saber a quantidade de penalidade imposta”.
De pacto com a resguardo, os relatórios com “fontes não identificadas” datas especuladas e até locais de prenda do ex -presidente, reforçando um “julgamento antecipado”.
Responda às evidências sobre o ‘rascunho dos golpes’
O PGR argumenta que Bolsonaro teria confirmado um decreto para prender as autoridades e intervir no TSE, mas a resguardo estabelece que esses textos “não existem no registo” e que o golpe não foi feito.
“De qualquer forma, é verdade que não havia assinatura de nenhum decreto, isso não resultou em nenhuma ação armada mais eficiente”.
Denúncia de nulidade e redução de resguardo
As acusações finais também questionam a validade das evidências obtidas através da queixa de Mauro CID e afirmam que houve uma redução na resguardo.
Segundo advogados, o escritório do promotor selecionou unicamente as evidências de interesse, ignorando elementos que poderiam se beneficiar de Bolsonaro.
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