Projeto que termina o golpe de ‘DDD falso’ avança na câmera
Um projeto de lei que estabelece medidas para evitar a ativação de linhas pré -pagas com código de marcação de intervalo direta (DDD) dissemelhante do lugar de compra avançado na Câmara dos Deputados. A proposta (PL 171/25), escrita pela vice -comissão federalista Gilson Daniel (Somos), foi aprovada pela Percentagem de Informação e pretende fortalecer a segurança dos usuários e combater a emprego de golpes virtuais.
A urgência de medida é justificada pela vulnerabilidade do sistema atual. Hoje, os provedores de serviços telefônicos não exigem mecanismos estritos de validação de registro, o que permite a ativação de novas linhas unicamente com a resposta às perguntas automatizadas e na apresentação de um número válido de CPF.
Os dados do Instituto Datenada revelam que, unicamente em 2024, 24% dos brasileiros com mais de 16 anos foram vítimas de fraude que resultaram em perdas financeiras. Segundo especialistas, a facilidade de ativar as linhas telefônicas sem a verificação de informações adequadas é um dos fatores que contribuem para esse tipo de transgressão.
Regras rígidas
Com a proposta, se reconhecido, o operador telefônico deve validar a autenticidade dos documentos de identificação apresentados no momento da compra do chip. Outrossim, deve confirmar que a risco DDD corresponde à cidade onde o chip foi comprado e verificar o endereço residencial do usuário.
Para chips virtuais, conhecidos porquê ESIM, a regra determina que o DDD atribuído à risco deve ser o lar da manchete.
Holy DDD Bumps
Segundo o responsável do projeto, o regulamento deve ser mais rígido para interromper a ação dos criminosos que aproveitam a simplicidade no processo de qualificação das linhas.
“O chegada simplificado à qualificação de linhas pré -pagas, sem uma verificação cuidadosa dos dados fornecidos pelos compradores, permite que os criminosos usem DDDs de diferentes estados até dezembro, Butyn que eles encontram, são golpistas de outros locais”, ele ”,”, ” Gilson Daniel disse.
O deputado também defende a inclusão de outras medidas, porquê reconhecimento facial, biometria e interseção de informações com bancos de dados públicos ou privados.
PRÓXIMOS PASSOS
Depois a aprovação da Percentagem de Informação, o Projeto de Lei 171/25 continua para a estudo da Percentagem de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ). Se reconhecido, o texto será enviado à avaliação federalista do Senado antes de ter a possibilidade de se tornar lei.
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