O Senado aprova a mudança na Lei de Registro Limpo e reduz o período de que
A plenária federalista do Senado aprovou na terça -feira (2), o projeto de lei complementar que muda a maneira de descrever o período de isenção prevista na lei dos registros limpos. A proposta, que recebeu 50 votos favoráveis e 24 opostos, unifica o período de impedimento à emprego em oito anos, mas antecipa o início dessa escrutinação, que, na prática, pode reduzir o tempo em que um político réprobo é eliminado das pesquisas. O texto agora vai para a sanção do Presidente Luiz Inacio Lula da Silva.
A principal mudança estabelece que os oito anos de isenção começam a ter a pena para um órgão colegiado (segunda instância), a perda de procuração, a repúdio à posição ou data das eleições em que o violação ocorreu. Atualmente, a lei determina que o período de oito anos só começa a se inscrever em seguida a sentença completa, que estende o período de expelir a vida pública.
O projeto é escrito pelo vice-Dani Cunha (União-RJ), filha do ex-prefeito Eduardo Cunha. Com a eventual sanção da lei, políticos porquê o próprio Cunha e o ex -governador do região federalista José Roberto Arrudo poderiam se beneficiar e poder competir nas eleições em 2026.
Resguardo e sátira
A votação, retida remotamente, foi defendida pelo presidente do Senado, David Alcolusta (Union-AP), que deixou a presidência da sessão para falar em prol do objecto. Ele classificou a mudança porquê uma “modernização” da legislação.
“Coloquei um ponto dessa modernização, esta atualização da legislação da lei dos registros limpos, para dar o espírito do legislador quando a lei votar. Deslegabilidade, o líder Weverton não pode ser eterno, está no texto da lei 8 anos. Não pode ter 9 ou 20 anos. E meu voto é sim”. Álcool proferido.
A opinião favorável era para o Relator, senador Weverton (PDT-MA). A proposta já havia sido baseada em outras ocasiões desde o final de 2024, mas seu voto foi posposto devido à falta de consenso entre os líderes do partido.
Por outro lado, o projeto enfrenta uma possante resistência das organizações da sociedade social. Em um transmitido publicado no início deste ano, as organizações não aceitam prevaricação, transparência internacional Brasil, Stay Stay, movimento para combater a prevaricação eleitoral, a transparência do partido e o pacto de democracia criticaram a falta de debate público sobre o objecto.
“Em um sentido diametralmente oposto da aprovação da lei dos registros limpos, a sociedade social é absolutamente e indevidamente com o processo de construção do PLP 191/23, e não houve um debate público sobre esse tópico de relevância e implica enfraquecer o projeto originalmente apresentado por uma iniciativa popular”. Defina a nota. A Conferência Pátrio dos Bispos do Brasil (CNBB) também expressou “Perplexidade e indignação”, afirmando que as mudanças desfiguram os mecanismos de proteção da lei.
O que muda na prática
A mudança na escrutinação de prazo não se aplica a todos os casos. A antiga regra, que estabelece o início de oito anos de isenção somente em seguida o cumprimento da sentença, permanece válida para crimes hediondos, lavagem de quantia, organização criminosa e ataque de poder político. O último é o caso do ex -presidente Jair Bolsonaro, que permanece inelegível até 2030.
Para os outros casos, a novidade regra, se for sancionada, valerá a pena:
Parlamentares e chefes do executivo: deputados, senadores, governadores e prefeitos que têm o procuração revogado não serão elegíveis por oito anos a partir da data da decisão que determinou a perda de fardo, adicionada ao período restante do procuração.
Réprobo por má conduta: a proposta determina a premência de provar o miragem (intenção) do político em atos de má conduta para gerar indenização.
Crimes específicos: a escrutinação de escrutinação será aplicada a crimes contra economia popular, ativos públicos, sistema financeiro, meio envolvente, saúde pública e crimes eleitorais com sentença de prisão.
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