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Sesa admite erro e atualiza número de gestantes vacinadas no Espírito Santo

Sesa admite erro e atualiza número de gestantes vacinadas no Espírito Santo

Sesa admite erro e atualiza número de gestantes vacinadas no Espírito Santo

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) admitiu erro e retificou, nesta terça-feira (13), os dados relativos à vacinação de gestantes contra o vírus sincicial respiratório (VSR) no Espírito Santo. Depois identificar instabilidade técnica no sistema “Vacina e Confia”, o ministério confirmou que o Os números divulgados na tarde desta segunda-feira (12) estavam incorretos. Com a atualização, o Estado contabiliza, desde o início da campanha até 31 de dezembro de 2025, um totalidade de 9.975 doses aplicadas.

A correção aumenta a taxa de cobertura vacinal para 19,25%, superando os dados preliminares de 7,18% divulgados anteriormente. As informações oficiais já estão disponíveis na aba “Sala de Situação” do pintura de séquito do Estado.

Instabilidade e correção do sistema
Segundo enviado solene da Sesa, a divergência nos dados foi causada por uma irregularidade momentânea no sistema de notificação ocorrida nesta terça-feira. A correção foi necessária para prometer a transparência e a precisão do cenário imunológico das gestantes capixabas diante da introdução da novidade vacina no calendário do Sistema Único de Saúde (SUS).

Meta longe do ideal
Apesar da retificação mostrar maior número inteiro de pessoas imunizadas, a Sesa alerta que a adesão ainda precisa crescer significativamente. A meta de cobertura vacinal estipulada pelo Ministério da Saúde para o VSR é de 80% do público-alvo.

O ministério reitera a valimento estratégica desta vacina, que tem porquê principal objetivo reduzir os casos de bronquiolite em recém-nascidos. Ao ser vacinada, a gestante transfere anticorpos para o bebê ainda no útero, garantindo proteção nos primeiros meses de vida, período em que a moço fica mais vulnerável a complicações respiratórias.

Quem deve ser vacinado
O esquema vacinal contra o VSR é de ração única e é talhado a todas as mulheres a partir da 28ª semana de gravidez, independente da idade materna. A recomendação das autoridades sanitárias é que a imunização ocorra a cada novidade gravidez para prometer a proteção do recém-nascido.

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