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Caso Henri Castelli no BBB26: uma vez que agir corretamente em uma crise convulsiva

Caso Henri Castelli no BBB26: como agir corretamente em uma crise convulsiva

Caso Henri Castelli no BBB26: uma vez que agir corretamente em uma crise convulsiva

A recente repercussão de duas crises convulsivas sofridas pelo ator Henri Castelli durante o confinamento no BBB26, em janeiro deste ano, levantou dúvidas sobre os procedimentos corretos de primeiros socorros em situações semelhantes.

Para esclarecer o que deve ser feito para prometer a segurança da vítima e desmistificar comportamentos populares perigosos, o médico Pedro Henrique de Souza Duarte, da rede de clínicas SegMedic, detalha o protocolo de atendimento adequado e os sinais de alerta que exigem mediação profissional imediata.

O incidente envolvendo o participante do reality gerou largo debate nas redes sociais, mostrando que, embora muitas pessoas tentem ajudar por impulso, certas atitudes podem aumentar o risco de lesões. Especialistas reforçam que conhecimentos básicos são cruciais para evitar traumas até a chegada de ajuda médica.

Uma vez que identificar os sinais
Segundo o médico Pedro Henrique, embora as manifestações possam variar, são frequentes os sinais que permitem identificar rapidamente uma crise. Os sintomas mais comuns incluem perda súbita de consciência, quedas, movimentos involuntários e rítmicos dos membros, rigidez muscular inicial seguida de espasmos, salivação excessiva ou espuma na boca.

O médico explica que também podem ocorrer alterações na respiração, olhar fixo ou rolar. Em seguida o término da convulsão, é geral que o tipo sinta desorientação mental, sonolência, dor de cabeça e cansaço intenso. O perito ressalta, porém, que nem todo quadro apresenta todos esses sintomas; Algumas crises podem ser mais discretas, exigindo atenção extra.

O que fazer: protocolo de primeiros socorros

A conduta correta deve priorizar a proteção da integridade física da pessoa e a manutenção de vias aéreas desobstruídas. O médico lista os passos fundamentais:

  • Mantenha a calma e monitore o tempo: É necessário cronometrar a duração da crise. A maioria dos episódios dura entre 1 e 3 minutos.
  • Proteja-se contra traumas: Afaste móveis, cantos ou objetos pontiagudos próximos. Se verosímil, proteja a cabeça da pessoa com alguma coisa macio, uma vez que travesseiro, casaco dobrado ou toalha.
  • Posição lateral de segurança: Vire suavemente a cabeça ou o corpo da pessoa para o lado. Essa medida evita que seiva, vômito ou sangue obstruam a respiração. Caso não seja verosímil virar todo o corpo, deve-se pelo menos manter a cabeça levemente inclinada, sem forçar.
  • Afrouxe as roupas: Desaperte itens que possam dificultar a respiração, uma vez que cintos, gravatas, botões de colarinho e roupas apertadas.
  • Não retenha os movimentos: A crise deve seguir o seu curso proveniente. A tentativa de imobilizar a pessoa à força pode resultar em ferimentos e fraturas.
  • Seguimento pós-crise: Permaneça ao lado da pessoa até a recuperação completa. Uma vez que é geral que haja confusão mental depois o incidente, fale com calma e ofereça espeque. Nenhuma chuva ou comida deve ser oferecida até que a consciência esteja totalmente restaurada.

O que NÃO fazer
O perito alerta para mitos e práticas populares que colocam a vítima em risco. Segundo o Dr. Pedro Henrique, você nunca deve:

  • Segure a pessoa ou tente restringir seus movimentos;
  • Insira a mão, tecido ou qualquer objeto na boca da vítima;
  • Tentar “retrair a língua” (a língua não enrola e essa tentativa pode motivar lesões graves nos dedos do socorrista e na boca da vítima);
  • Oferecer líquidos, vitualhas ou medicamentos durante ou logo depois a crise;
  • Realize a reanimação boca a boca durante a convulsão.

Causas e sinais de alerta
As convulsões podem ser desencadeadas por diversos fatores, uma vez que epilepsia, febre subida (principalmente em crianças), traumatismo cranioencefálico, infecções no sistema nervoso, alterações metabólicas (glicose ou eletrólitos) e privação extrema de sono ou estresse intenso.

O atendimento médico de emergência deve ser acionado uma vez que prioridade quando:

  • É a primeira convulsão na vida da pessoa;
  • As crises começam a ocorrer num pequeno espaço de tempo;
  • Há perda prolongada de consciência;
  • A convulsão ocorre depois uma pancada na cabeça.

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