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PF investiga fake news sobre Bolsa Família e ministro classifica prática uma vez que delito

PF investiga fake news sobre Bolsa Família e ministro classifica prática como crime

PF investiga fake news sobre Bolsa Família e ministro classifica prática uma vez que delito

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Penúria, Wellington Dias, confirmou nesta quinta-feira (29) que a Polícia Federalista (PF) já iniciou investigações para identificar os autores de notícias falsas sobre programas sociais do governo. Durante uma entrevista ao programa Bom Dia, o Ministro da EBC, Dias descreveu a propagação destes rumores, que incluem mentiras sobre cortes de benefícios para quem não tem filhos, uma vez que uma operosidade criminosa que visa confundir a população e suscitar desespero.

A reação do governo surge depois a circulação de conteúdos enganosos nas redes sociais e aplicações de mensagens, intensificada no contexto do ano eleitoral de 2026. Entre as fake news identificadas, destacam-se acusações infundadas de que o Bolsa Família seria pago somente para pessoas com filhos, ou de que um suposto projeto de lei restringiria o saque de valores, limitando o uso a cartões de débito em redes credenciadas.

“Não existe nenhuma condicionalidade para incentivar (os beneficiários) a terem filhos. Isso é uma loucura! Além de não ser verdade, é um preconceito”, afirmou. declarou o ministro, garantindo que as regras do programa permanecem inalteradas e que não há limites para saques.

Risco à saúde e ação policial
Para o ministro, a geração destas mentiras vai além da desinformação e constitui fraude contra cidadãos vulneráveis. Dias citou o risco real que tais rumores representam para a saúde dos beneficiários, exemplificando o impacto nos idosos.

“A disseminação de notícias falsas, de informações falsas, leva até as pessoas a uma situação de desespero. Já imaginou restringir a mão de dona María, de murado de 70 anos: ‘Olha, você não tem mais recta, só se agora tiver um fruto.’ Uma situação uma vez que esta poderia levar uma senhora a tolerar um ataque cardíaco. Por isso vamos priorizar o combate a esse delito”, argumento.

Diante das denúncias, a Rede Federalista de Fiscalização do Bolsa Família foi imediatamente acionada. O grupo conta com a participação direta da Polícia Federalista. Segundo Wellington Dias, os agentes já estão no terreno e a investigação decorre em sigilo, mas espera-se uma solução rápida. “Quem machucar, encontraremos quem está prestando esse desserviço”, ele afirmou. “Não são somente notícias falsas. É um delito.”

Cargas ilegais em Gás do Povo
Além das fake news, o ministro abordou irregularidades na realização de programas. Durante a entrevista, uma emissora de rádio de Alagoas denunciou que eram cobrados dos beneficiários do programa Gás do Povo taxas de até R$ 30 para receber o botijão.

Wellington Dias foi enfático ao declarar proibido a cobrança e orientou a população a não remunerar taxas extras. Ele reforçou que o conduto solene para denunciar abusos, fraudes ou tirar dúvidas é o Disque Social 121.

“Sem denúncia não temos o que fazer. Repito: o número 121 é para onde devemos vincular em situações uma vez que essa. Isso nos ajuda a chegar aos criminosos”, disse. disse o ministro, prometendo acionar a fiscalização para apurar o caso específico de Alagoas. A relação é gratuita e a identidade do denunciante é preservada.

Extensão do favor e novas regras.
O programa Gás do Povo, que substitui o anterior padrão de ajuda, chegou esta semana a todas as capitais do país, beneficiando nesta período murado de 950 milénio novas famílias. O objetivo do governo é que, até março de 2026, o favor cubra todos os 5.570 municípios brasileiros, atingindo entre 48 e 50 milhões de pessoas.

Ao contrário do padrão idoso, que transferia um valor fixo em quantia (sujeito a desvalorização já que o preço do gás variava consoante a região), o novo sistema funciona através de vouchers. O beneficiário recebe o crédito e troca gratuitamente pela garrafa de 13 kg em mais de 10 milénio revendedores credenciados.

Têm recta ao favor famílias cadastradas no Cadastro Único com renda per capita de até meio salário mínimo (atualmente R$ 811, considerando o salário mínimo de R$ 1.621). “Uma família de cinco pessoas, mesmo que tenha renda de R$ 4 milénio, por exemplo, tem recta”, Dias explicou.

Revisão Antifraude
O ministro também apresentou um quadro das ações de fiscalização realizadas desde a recriação da Rede de Fiscalização Federalista em 2023. Segundo dados do Tribunal de Contas da União (TCU) citados por Dias, foram detectadas mais de 6 milhões de fraudes e irregularidades herdadas da gestão anterior, totalizando um impacto de mais de R$ 35 bilhões.

Entre os crimes descobertos estão falsificação de CPF, documentos falsos, pessoas falecidas listadas uma vez que beneficiárias e cidadãos com renda incompatível recebendo auxílio. “Pessoas que, com renda subida, mantiveram a renda. Declararam que ganhavam R$ 300 por mês. Quando você foi para lá, tinha um salário gordo, de R$ 10 milénio, R$ 12 milénio por mês”, disse. detalhado.

A eficiência no combate à fraude permitiu, segundo o ministro, incluir quem realmente precisa sem estourar o orçamento. O ano de 2025 fechou com um gasto de R$ 158 bilhões, valor próximo aos R$ 156 bilhões de 2022, mas com a inclusão de murado de 7 milhões de novas famílias que antes estavam fora do sistema.

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