Carregando agora

Arnaldinho e Pazolini selam reaproximação e provocam “terremoto” na política capixaba

Arnaldinho e Pazolini selam reaproximação e provocam “terremoto” na política capixaba

Arnaldinho e Pazolini selam reaproximação e provocam “terremoto” na política capixaba

A aparição conjunta dos prefeitos de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (PSDB), e de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), durante a inauguração do Carnaval de Vitória, na última sexta-feira (6), gerou possante repercussão no cenário político capixaba e expôs fissuras na base aliada do governo estadual. O gesto de proximidade entre Arnaldinho, até logo coligado do Palácio Anchieta, e Pazolini, principal competidor político do governador Renato Casagrande (PSB), foi interpretado por interlocutores governistas porquê um sinal de ruptura rumo às eleições de 2026.

Segundo a pilastra De Olho no Poder, de Fabiana Tostes, da Folha Vitória, os dois prefeitos chegaram juntos ao Sambão do Povo, posando para fotos de mãos dadas e com os braços levantados, demonstrando seu entrosamento. O governador Renato Casagrande, que estava próximo ao lugar escoltado de seu vice e pré-candidato à sucessão, Ricardo Ferraço (MDB), observou o movimento.

A pilastra de Leonel Ximenes, de A Jornal, relatou que a simetria era evidente, a tal ponto que Pazolini, ao ser questionado se estava sendo construída uma “Quarta Ponte” entre os municípios, afirmou: “Estamos trabalhando nisso”. Para os aliados do prefeito da capital, o incidente marcou o início de uma disputa intensa, descrita exageradamente por um apoiador ouvido na pilastra porquê a “Terceira Guerra Mundial” da política lugar.

Em oração na franqueza das festividades, Pazolini adotou tom crítico, contrapondo o que chamou de “velha guarda” à “modernidade”.. “Derrubando paredes invisíveis”o prefeito de Vitória publicou nas redes sociais, enquanto Arnaldinho publicou: “Que comece a sarau.”

Fala nos bastidores
A abordagem pública reflete movimentos anteriores. Segundo pilastra de Danieleh Coutinho, do ES Hoje, muro de 15 dias antes do desfile ocorreu um encontro em uma residência em Vitória. A reunião contou com a presença de Arnaldinho, Pazolini, do presidente do Republicanos-ES, Erick Musso, e de outras três pessoas.

Ainda segundo a publicação ES Hoje, a conversa girou em torno da formação de uma lista de “jovens e novidade política”, impulsionada pelo isolamento de Arnaldinho depois não ter sido escolhido por Casagrande para a sucessão estadual. As opções discutidas para o prefeito de Vila Velha na novidade confederação seriam o vice-governo ou a candidatura ao Senado.

Reação do Palácio Anchieta
A resposta do governo do estado foi expressa pelo secretário de Saúde, Tyago Hoffmann (PSB). Em entrevista à pilastra de Letícia Gonçalves, de A Jornal, e também à pilastra De Olho no Poder, Hoffmann descreveu o comportamento de Arnaldinho porquê “um erro” e “falta de elegância”, citando a frase atribuída a Leonel Brizola: “A política adora a traição e odeia o traidor.”

Hoffmann considerou, porém, que Arnaldinho “Ele ainda não pode ser classificado porquê traidor”, já que não houve pregão solene de separação. “Até prova em contrário, ele é um coligado.” disse o secretário da pilastra de Letícia Gonçalves, destacando que as portas para a reconciliação continuam abertas, exceto para o incumbência de candidato ao governo, reservado a Ricardo Ferraço.

Em declarações à Folha Vitória, o secretário subiu o tom em relação ao porvir político do prefeito de Vila Velha caso a mudança de lado se concretize: “Se fosse filme, ele (Arnaldinho) seria coadjuvante. É mudar o papel para ser coadjuvante em outra história”, disse. avaliou Hoffmann, argumentando que Pazolini não abriria mão de sua liderança. Ele também destacou os investimentos estatais em Vila Velha porquê fator que tornaria o gesto “grato”.

Clima hostil e queda de vontade
No sábado (7), segundo dia de desfiles, o clima no Sambão do Povo foi dissemelhante. Segundo informações de Elimar Cortés, o governador Renato Casagrande e o vice-presidente Ricardo Ferraço receberam “dicas” do público e pararam diversas vezes para tirar fotos enquanto caminhavam pela avenida.

Por outro lado, Cortés informou que o prefeito Lorenzo Pazolini foi objectivo de protestos. Durante uma interrupção de muro de 40 minutos no desfile da escola Unidos da Piedade, causada por queda de vontade, secção do público nas arquibancadas e foliões na pista gritaram “Fora Pazolini”. Enquanto o governador visitava camarotes, inclusive o da Prefeitura de Vitória, o prefeito da capital permaneceu em seu espaço reservado durante as hostilidades.

manadeira da materia

Share this content:

Publicar comentário