Lula vence em todos os cenários do segundo vez contra a oposição, diz Quaest
Novidade pesquisa Genial/Quaest, publicada nesta quarta-feira (11), revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem nos sete cenários de segundo vez testados para as eleições de 2026, mas vê sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) tombar para a menor margem da série histórica. O parlamentar se consolida porquê principal nome da oposição, aparecendo com 38% das intenções de voto contra 43% do PT, diferença de unicamente cinco pontos percentuais.
A pesquisa, realizada entre os dias 5 e 9 de fevereiro, entrevistou 2.004 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que coloca o cenário atual próximo do limite da margem de erro, embora Lula ainda esteja numericamente primeiro.
Oposição consolidada
Esta é a primeira pesquisa Quaest realizada sem o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicano), que afirmou que buscará a reeleição no estado. Sem Tarcísio, Flávio Bolsonaro assume a liderança do campo da oposição.
A redução da intervalo entre Lula e Flávio tem sido gradual. Em dezembro de 2025, a vantagem do PT era de dez pontos. Em janeiro de 2026 caiu para sete e agora chega a cinco pontos.
“A pesquisa revela uma redução residual na liderança. A diferença era de sete pontos no mês pretérito e aumentou para cinco”, diz Felipe Nunes, diretor da Quaest. Segundo ele, os dados mostram que Flávio se consolidou porquê candidato da oposição, depois ter sido indicado em dezembro pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, recluso e sentenciado por golpe de Estado, para disputar as eleições.
A pesquisa mostra que 69% dos entrevistados sabem do espeque de Jair Bolsonaro ao rebento. Entre os eleitores, 44% acreditam que o ex-presidente acertou na indicação (eram 36% em dezembro), enquanto 42% acreditam que ele errou. “Cada vez mais pessoas da direita e de Bolsonaro dizem que Bolsonaro fez muito ao indicar seu rebento porquê candidato presidencial. Eles estão mais convencidos da indicação e agora têm mais intenções de voto.” Analisa Nunes.
O voto independente
Um oferecido relevante da pesquisa é a mudança de comportamento dos eleitores que se consideram independentes, grupo considerado decisivo para o resultado das eleições.
Neste segmento, a vantagem de Lula sobre Flávio, que era de 16 pontos, caiu para cinco. Em janeiro, Lula tinha 37% contra 21% de Flávio entre os independentes. Agora, o presidente aparece com 31% e o senador com 26%. Outros 38% deste grupo afirmam preferir não votar em nenhum deles.
Outros cenários do segundo vez
A investigação testou o nome de Lula contra outros potenciais opositores. O presidente vence em todos os cenários, com margens que variam entre 8 e 19 pontos. Confira os números:
- Lula x Ratinho Jr. (PSD): 43% a 35%
- Lula x Ronaldo Caiado (União Brasil): 42% a 32%
- Lula x Romeu Zema (Novo): 43% a 32%
- Lula x Eduardo Leite (PSD): 42% a 28%
- Lula x Aldo Rebelo (DC): 44% a 25%
- Lula x Renan Santos (Missão): 44% a 25%
No primeiro vez, Lula lidera com percentuais entre 35% e 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo, que varia entre 29% e 33%.
Repudiação polarizada
Lula e Flávio Bolsonaro lideram não só as intenções de voto, mas também os índices de repudiação. Segundo a Quaest, 55% dos eleitores afirmam que não votariam em Flávio em hipótese alguma, enquanto 54% dizem o mesmo sobre Lula.
Entre os eleitores “independentes” (nem lulistas nem bolsonaristas), a repudiação é idêntica para ambos: 64% dizem que não votariam no PT e 64% rejeitam o senador do PL.
Outros pré-candidatos apresentam índices de repudiação menores, mas com menor conhecimento por secção do eleitorado: Ratinho Jr. tem taxa de repudiação de 40%; Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite estão em torno de 35%.
Avaliação do Governo e da Economia
A pesquisa também mediu a popularidade da gestão federalista. O governo Lula é reprovado por 49% e confirmado por 45% dos entrevistados, criando um empate técnico.
- Desaprovação: Firme em 49% (mesma taxa de janeiro e dezembro).
- Aprovação: oscilou negativamente de 47% em janeiro para 45% em fevereiro.
Houve mudanças demográficas notáveis na avaliação: a aprovação no Nordeste caiu de 67% para 61%, e a desaprovação entre os eleitores com ensino superior aumentou de 54% para 62%. Aliás, 57% dos entrevistados acreditam que Lula não merece um novo procuração, contra 39% que defendem a sua perpetuidade.
Em relação à economia, a percepção de piora nos últimos 12 meses continua elevada, em 43%. No entanto, há optimismo quanto ao horizonte: 43% acreditam que a situação económica irá melhorar no próximo ano, enquanto 29% prevêem que irá piorar.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e entrevistou pessoalmente 2.004 pessoas, com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 9 de fevereiro de 2026. O nível de crédito é de 95%.
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