O poeta, plumitivo, filósofo e compositor Antonio Cícero morre por eutanásia aos 79 anos
O plumitivo e compositor Antonio Cícero Ele morreu na manhã de quarta-feira, 23 de outubro, na Suíça. Membro da Ateneu Brasileira de Letras (ABL) e irmão da cantora Marina Lima, o poeta optou pela eutanásia, deixando uma epístola de despedida na qual explicava sua decisão.
O responsável vinha sofrendo os efeitos do Alzheimer, doença que lhe trouxe limitações significativas, incluindo a incapacidade de redigir, ler e manter contato com amigos, além de graves falhas de memória.
Antonio Cícero deixou uma epístola de despedida
Em epístola de despedida, Antonio Cícero descreveu sua exigência uma vez que “horroroso” e explicou que, uma vez que ímpio, considerava-se responsável por determinar sobre sua própria vida ou morte. A morte foi confirmada pela ABL, onde o plumitivo ocupava a cadeira número 27 desde 2017.
Na mesma epístola de despedida, o plumitivo expressou sua tristeza pela perda de suas capacidades cognitivas e lamentou não poder reconhecer pessoas ou redigir seus poemas e ensaios filosóficos. Embora ainda mantivesse certa lucidez, o plumitivo admitiu sentir vergonha de encontrar amigos devido às limitações impostas pela doença, que tornava a vida insuportável.
Breve resumo da curso de Antonio Cícero
Além da curso literária, Antonio Cícero também se destacou por suas composições, tendo escrito canções uma vez que Fullgás, Para Principiar e À Francesa para sua mana, Marina Lima. Também colaborou com outros grandes nomes da música brasileira, uma vez que Lulu Santos, com quem co-escreveu O Último Romântico.
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