A câmera aprova a geração do dia Marielle Franco, realizada em 14 de março
A Câmara dos Deputados aprovou, segunda-feira (26), o projeto de lei (PL) 6366/2019 que estabelece o Dia Pátrio dos Defensores e Defensores dos Direitos Humanos-Marielle Franco. A data foi criada em 14 de março, o dia em que o mentor do Rio de Janeiro e seu motorista, Anderson Gomes, foram mortos em 2018 depois de deixar um evento. O texto continua para a estudo do Senado.
Além de marcar o desempenho dos defensores dos direitos humanos, o projeto estabelece que as entidades públicas e privadas podem promover, na semana em que a data, as ações para a valorização e proteção dos defensores dos direitos humanos caem.
Entre as ações destacadas estão “Promoção do debate público sobre a preço do desempenho dos defensores, incentivos para a participação de mulheres, negros, povos indígenas e outros grupos historicamente marginalizados, disseminação de informações sobre mecanismos para a proteção de defensores nacionais e internacionais”.
O projeto é do ex -deputado David Miranda, que morreu em 2023, e outros deputados da PSOL. O relatório da proposta, o vice-Benedita da Silva (PT-RJ), disse que o reconhecimento institucional do papel dos defensores e defensores dos direitos humanos contribui para fortalecer a democracia brasileira, avaliando os sujeitos que lutam historicamente pela realização dos direitos fundamentais.
“O projeto, instituindo uma data de reconhecimento e memória, não somente homenageia Marielle e muitas outras pessoas, mas também promove a conscientização vernáculo sobre a preço de prometer a integridade física, psicológica e política dessas questões”.Benedita disse.
“A geração do Dia Pátrio dos Defensores e Defensores dos Direitos Humanos atua porquê um gesto simbólico e político para reafirmar o compromisso do Estado Brasílio com o princípio da honra humana e saudação pelas liberdades públicas: elementos essenciais de qualquer regra da lei democrática “” concluído.
O deputado também lembrou que a data já é um marco de resistência e memória em diferentes partes do Brasil. As assembléias legislativas de Paraá, Paraíba e Pernambuco aprovaram propostas semelhantes, muito porquê o Juízo da Cidade de Porto Jubiloso.
No Rio de Janeiro, a Assembléia Legislativa instituiu, em 2021, o Prêmio Franco Marielle por direitos humanos, porquê uma forma permanente de reconhecimento de iniciativas alinhadas com as diretrizes que marcaram suas ações políticas, porquê os direitos das mulheres negras, a população LGBTQIA+dos moradores da vizinhança marginal e os defensores da vizinhança.
Em São Paulo, o Juízo da Cidade criou, em 2023, o Prêmio de Direitos Humanos de Marielle Franco, que já está em sua segunda edição e honra, em 2025, líderes históricos das periferias de São Paulo, porquê Dona Olga Quiroga.
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