Angélica sobre os homens: ‘Eles querem espaço para falar sobre tabus’
(atualizado às 19h13)
O jogo mudou e a conversa agora é com eles. Depois do sucesso “50 & Tanto”, lançado em 2023, Angélica volta às telas para encontros mais emocionantes, cheios de conversas sinceras e livres de tabus. A partir do dia 10 de novembro, Angélica reabre as portas de sua lar para receber grandes nomes do universo masculino, que trocam temas raramente discutidos por homens, no Globoplay Original “50&Uns”.
Angélica mostra seu lado ‘babado’ ao ver apresentação da filha caçula
Com todos os episódios disponíveis de uma só vez na plataforma, “Fantástico” exibe a versão reduzida a partir da data de estreia. A produção também chega ao GNT, com exibições semanais a partir do dia 12 de novembro, sempre às terças-feiras, às 22h45. Em cada incidente, três convidados debatem temas relacionados ao sexo, ao corpo, à família, ao poder e à vida, criando pontes entre os universos masculino e feminino.
Entre os nomes estão Antônio Fagundes, Gil do Vigor e Lázaro Ramos. Uma novidade promete animar ainda mais a conversa: ao final de cada incidente, todos são surpreendidos por uma ilustre participação feminina que, remotamente, desperta ainda mais a curiosidade do público com perguntas nunca feitas antes.
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Espaço para os homens falarem

Na conferência de prelo “Angélica 50 & Uns”, na qual Ofóxico Estiveram presentes Angélica, o diretor de teor Chico Felitti e a diretora artística Isabel Promanação Silva, que falaram sobre a novidade temporada e o noção de receber os homens do programa.
Angélica declarou: “É um projeto muito querido, pois vem de outro projeto que foi a comemoração dos meus 50 anos e se tornou alguma coisa mais que uma comemoração. Todo o trabalho me impressionou muito. Quando conversamos com os homens, nos perguntamos se eles estariam tão dispostos quanto as mulheres, mas todos estavam dispostos.”
“Porém, quando entenderam o tema, entraram no clima. Acho que os homens queriam espaço para falar sobre isso. Jonathan Azevedo abordou o tema adoção, que não se fala muito, Gil do Vigor teve um momento de rombo para falar espontaneamente sobre sexualidade, o próprio Antônio Fagundes falou brilhantemente sobre sexo sob um ponto de visitante pomposo, de pé no solo, quanto libido é socialmente reprimido. “Todos contribuíram de alguma forma, de forma muito espontânea”, garantiu principalmente.
Convidados especiais
Em seguida, falou sobre os convidados: “A segmento do invitação é um trabalho de equipe, é um quebra-cabeça, temos o que queremos conversar, quais assuntos, a minha história, logo tinha que estar tudo muito muito montado. Eu e a equipe toda escolhemos juntos, mas o mais complicado é formar esse grupo. Achamos que esses três convidados também estariam seguros um com o outro e teriam opiniões diversas para discutir.”
“Alguns me deixaram muito nervoso, o Luciano (Huck) ficou muito confortável (risos), mas o Ney (Matogrosso) teve seus desafios na hora de falar do corpo, e uma vez que sou fã dele, aos poucos fui ficando confortável . Admiro muito o Fagundes, nosso ministro Flávio Dino teve um zelo privativo conosco. Todos os convidados foram especiais e nós os recebemos com muito carinho e todos disseram coisas muito simpáticas”, resumiu.
“Foi no meu envolvente doméstico, logo me fez sentir mais confortável diante de uma provável/suposta ‘vexame masculina’. Eu tinha esse pavor porque as mulheres falam mais livremente e os homens são mais concisos. O tempo de entrevista para cada temporada é muito dissemelhante. Mas fizemos muita preparação com perguntas e preparação dos convidados, e não tive vontade de deixá-los à vontade, e não podia permanecer na defensiva na minha cabeça, estava sincero ao que eles pudessem proferir. (…) Fiquei tão condicionada a tranquilizar esses homens que tudo correu muito muito, sem falar que as mulheres que fizeram participações especiais também entraram uma vez que reforços”, acrescentou Angélica mais tarde.
Convidados especiais e mulheres no poder

Aproveitando o encontro com as mulheres convidadas para uma participação privativo, Angélica garantiu: “Só havia mulheres grandes, eram todas incríveis. Eles participaram somente por um momento, mas acompanharam toda a entrevista.” Em seguida, revelou quem eram: Erika Hilton (Poder), Paola Oliveira (Corpo), Cluadia Raia (Sexo), Tata Werneck (Família), Ana María Mraga (Vida).
“A teoria era que não houvesse outras mulheres além de mim, mas achamos que poderia ter esse reforço e perspectiva para os homens além de mim, e isso surgiu na hora de escolhermos os temas. Eram temas tão interessantes que queríamos que as mulheres comentassem e contribuíssem em diversos temas. “Poderiam ser todos um programa sobre cada tema, apesar de ser somente uma participação privativo”, disse a apresentadora, cuja equipe era majoritariamente feminina.
“Foi muito bom ver tantas mulheres em cargos e cargos de liderança que não as víamos ocupar há poucos anos”, disse a diretora artística Isabel. Sobre Angélica liderando a atração com homens, Chico Felitti revelou: “Ela abre um dos temas que são discutidos sobre uma vez que é ser mulher no envolvente de trabalho e na sociedade, logo falamos também do tema além do viver”.
“Todas as aberturas servem uma vez que uma sessão de estudo, é uma explosão do que quero proferir. E uma vez que eu abro e o convidado está lá, ele entra no clima”, disse a loira. “Também é muito bom ver a reação dos convidados com vocês, a construção de uma vez que o programa vai continuar depois”, reforçou Isabel.
Em vários momentos da coletiva de prelo, Angélica afirmou: “Os homens mais inteligentes estão querendo conversar”. “(…) Detectamos algumas coisas no sentido de: assim uma vez que (as mulheres) querem discutir determinados assuntos, os homens também gostam, uma vez que sexo, por exemplo. Eles têm pavor de se penetrar sobre certas coisas, e os homens também sofrem tabus na vida emocional, sexual, política… o machismo também impede os homens de falar francamente sobre algumas coisas.”
“(…) Achei interessante que alguns convidados tinham grupos no WhatsApp para falar de assuntos mais ‘tabu’ que não tinham coragem de falar francamente. Achei interessante essa procura por informações por segmento dos homens. O feminismo é o libido de estar em paridade de condições com os homens, e as pessoas mais inteligentes já entenderam isso. E eles têm muitas questões impostas pela masculinidade tóxica”, continuou ele mais tarde.
Assim, Angélica mencionou uma vez que fabricar aquele envolvente seguro para conversas: “Quando o hóspede vem na minha lar, eu expresso minha opinião, o hóspede se sente mais seguro para falar sobre determinado tema, e coisas que nem sempre está viciado a falar. ” falar. Um tabu que não tinha razão de viver e que está aí para quebrarmos. É um momento privativo para a mídia e para as mulheres em que estamos discutindo, podendo trocar, usar as redes não só para fake news mas para informação.”
Aumentando agendas para fãs
“Muitas vezes, assistindo ao programa, conseguimos gerar uma discussão e aproximar o tema do povo, dos cidadãos, seja política, sexo, saúde mental, assuntos essenciais para o povo”, acrescentou a loira. Chico Felitti acrescentou: “Outra coisa desse programa é que foram abordagens sensíveis que geraram coisas novas. Veja Gil do Vigor desabafando sobre a culpa que sentia por sua sexualidade, e Fagundes e Angélica lhe dando espaço e contribuindo com seu repertório para ajudá-lo. (…) Um conseguiu usar a experiência do outro para se conectar e fabricar uma rede entre eles.”
“Finalmente, ao fabricar conversas improváveis, as diferenças têm que nos unir, e não nos separar. Temos muitas pessoas que nem se conheciam e acabaram trocando, outro diferencial”, refletiu o apresentador. Isabel destacou: “Há encontros que são inesperados e acabam impressionando. São muitos notáveis e também engraçados, é tema de conversa.” Angélica disse: “Há uma leveza e as pessoas acabam se abrindo. Vemos pessoas completamente diferentes se unindo e com posições diferentes.”
momentos surpreendentes

Angélica logo começou a listar momentos em que se sentiu surpresa: “Jonathan me emocionou muito quando falou sobre a vida na adoção e eu fiquei muito emocionada, todos ficaram emocionados com ele. Temos poucas pessoas falando sobre isso e adotados discutindo essa situação. Com Gil, ficamos com um nó na goela pela forma uma vez que a sexualidade atravessou sua vida e ele está aceitando isso.”
“Ney também se empolgou e falou sobre a situação dele. Isso realmente me impressionou, porque o vemos tão sincero no palco e o vemos falar de situações difíceis com seu corpo que foram exorcizadas na arte. Há outras situações com convidados não revelados, mas houve mais surpresas do que emoções. Fiquei muito surpreso com o que todos falaram, uma vez que o Whindersson com o pai, que também chorou. Mas houve muitas surpresas e coisas diferentes”, disse ele.
Chico Felitti disse: Tivemos um momento maravilhoso com a cachaça que ninguém esperava, aconteceu de repente. (…) Você verá lados de homens que você nunca viu e amou, e ainda conhecerá um pouco mais dessa mulher que você tanto patroa.” “Esse programa tem o propósito de colocar essas questões na mesa e contribuir de alguma forma para o mundo. “Cada um tem que fazer a sua segmento, e ’50 & Uns’ fizemos isso de forma pomposo”, resumiu a loira.
“Ficamos muito felizes, o primeiro e o segundo, quem sai fica em terceiro. Mas foi um repto na minha curso por tanto tempo estar com esses convidados e esses temas. Mas foi ótimo conseguir que esses homens trouxessem questões importantes para a mesa, principalmente com a força desses homens e mulheres participantes, além de ser um projeto referto de paixão e coração”, finalizou Angélica.
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