Armadilhas inteligentes têm ajudado a monitorar mosquitos Aedes aegypti
A Secretaria Municipal de Saúde do município de Jaguaré, setentrião do estado, em conjunto com a Vigilância Ambiental, deu um passo importante no combate às arboviroses. Em janeiro deste ano, foram implantadas 33 ovitrampas em pontos estratégicos da cidade para tornar o combate à dengue, zika e chikungunya mais eficiente e direcionado.
Porquê funciona?
As ovitrampas são armadilhas inteligentes que funcionam porquê se fossem reais “sensores biológicos”. Eles atraem as fêmeas do mosquito para a postura de ovos e permitem que a equipe da Vigilância identifique exatamente onde há maior proliferação.
Com esta tecnologia, o município pode agir com rapidez e precisão. Quando a embuste indica grande quantidade de ovos, sinal de maior risco, agentes endêmicos são imediatamente enviados para áreas de alerta para expulsar possíveis focos antes do promanação do mosquito.
O agente de endemias, Élder Camilo Langa, é o responsável pela coleta e monitoramento dessas armadilhas durante o início da semana. Segundo ele, a principal mudança está na forma porquê são realizadas as visitas dos agentes.
“Agora as visitas domiciliares não seguem mais unicamente um ciclo fixo e passam a ser baseadas em dados coletados pelas ovitrampas. A estratégia procura guerrear o problema onde ele é maior, usando lucidez e monitoramento contínuo”esses Anciãos.
Com a implantação das ovitrampas, o Jaguaré fortalece a prevenção e reforça que o combate às arboviroses é uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.
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