Bolsonaro queria saber se era provável negar as eleições, diz o ex -Ause
O ex -general da União, Bruno Bianco, disse quinta -feira (29) que o ex -presidente Jair Bolsonaro (PL) consultou depois a segunda rodada de 2022 eleições sobre possíveis “problemas legais” nas eleições. Segundo o jurista, o ex -presidente queria saber se havia “alguma coisa para questionar”.
Em uma enunciação ao Supremo Tribunal Federalista (STF) uma vez que testemunha do ex -ministro da Justiça, Anderson Torres, réu no caso criminal de tentativa de golpe em 2022, Bianco declarou que Bolsonaro “estava satisfeito” depois de ouvir isso, em sua opinião, as eleições ocorreram “corretos e legais, sem problemas legais”.
“It was specific about how the claim had happened and he asked me if I saw a lítico problem. I said no, that it had happened correctly and legally, without any lítico problem. He asked me if I saw something to question and I said that absolutely not, that I had an electoral election was totally transparent and, in front of me, the president was satisfied,” he said in response to the question of the lawyer of the lawyer of the lawyer, the Republic of the Lawy Murder of the República, o assassínio da República, o assassínio da República do Jurista, o assassínio da República, o assassínio da República do Jurista. Sobre a possibilidade de “virar o resultado das pesquisas”.
De combinação com a antiga Agu, a reunião ocorreu no Planalto Palace, na presença dos comandantes das forças armadas, do general Gomes (Tropa), do almirante Almir Garnier (Marina) e do brigadeiro batista júnior (aviação). O ministro da Resguardo Paulo Sérgio Nogueira também estava presente.
Testemunhos
A primeira classe da Suprema Incisão começou a ouvir em 19 de maio Os testemunhos das testemunhas indicadas pelo núcleo crucial da tentativa de golpe. Segundo a PGR, o grupo seria responsável por liderar a organização criminosa.
Terras de Anderson Testemunhas:
- Adolfo Sachsida, ex -ministro de Minas e Robustez;
- Bruno Bianco, ex -general da União; e
- Wagner Rosario, ex -ministro da CGU (Controlador Universal da União)
O ex -ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Groedes, o ex -ministro da Secretaria do Governo Celio Faria e o ex -general da união Adler Cruz e Alves também seriam ouvidos, mas a resguardo de Torres renunciou a suas declarações no início desta manhã.
Os testemunhos das testemunhas de Torres continuarão na sexta -feira (30). O público deve ser concluído antes de 2 de junho. No mesmo dia, as testemunhas indicadas por Jair Bolsonaro, ex -ministro da Resguardo Paulo Sérgio Nogueira e general Walter Braga Netto, todos os acusados de uma tentativa de golpe.
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