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Brasil diz na OEA que sequestro de Maduro é uma “fastio gravíssima”

Brasil diz na OEA que sequestro de Maduro é uma “afronta gravíssima”

Brasil diz na OEA que sequestro de Maduro é uma “fastio gravíssima”

Na reunião extraordinária do Juízo Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro no último sábado (3), o mensageiro brasiliano na organização, Benoni Belli, afirmou que o momento atual é grave e evoca tempos considerados superados mas que mais uma vez assolam a América Latina e o Caribe.

“Os bombardeamentos no território da Venezuela e o rapto do seu presidente ultrapassam uma traço inadmissível. Estes actos representam uma fastio muito grave à soberania da Venezuela e ameaçam a comunidade internacional com um precedente extremamente perigoso”disse o representante brasiliano na OEA nesta terça-feira (6).

Segundo o diplomata, a agressão militar leva a um mundo em que a lei do mais potente prevalece sobre o multilateralismo. “Não podemos admitir o argumento de que os fins justificam os meios. Nascente raciocínio carece de legitimidade e abre a possibilidade de dar aos mais fortes o recta de definir o que é justo ou injusto, o que é manifesto ou incorrecto, de ignorar as soberanias nacionais que ditam as decisões que os mais fracos devem tomar.Belli disse.

Em reunião de emergência do Juízo de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta segunda-feira (5), o mensageiro brasiliano, Sérgio Danese, também afirmou que não é verosímil admitir o argumento de que os fins justificam os meios na mediação armada dos Estados Unidos na Venezuela.

Soldados norte-americanos retiraram à força Maduro e a sua esposa, Cilia Flores, do território venezuelano, numa ação que matou membros das forças de segurança do presidente e provocou explosões em Caracas, capital do país. Maduro foi levado para Novidade York e, segundo o governo dos Estados Unidos, enfrentará acusações no país por suposta relação com o tráfico internacional de drogas.

O par foi levado esta segunda-feira ao Tribunal Federalista de Novidade Iorque para uma audiência de custódia no Departamento de Justiça norte-americano. Maduro disse que é singelo e negou acusações de envolvimento no narcoterrorismo, no tráfico internacional de drogas e no uso de armas pesadas. Maduro se descreveu porquê um “prisioneiro de guerra” e um “varão decente”. O par está impedido em uma prisão federalista no bairro do Brooklyn, também em Novidade York.

manadeira da materia

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