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Câmara aprova PL Antifação, mas proíbe uso de impostos sobre apostas por questões de segurança

Câmara aprova PL Antifação, mas proíbe uso de impostos sobre apostas por questões de segurança

Câmara aprova PL Antifação, mas proíbe uso de impostos sobre apostas por questões de segurança

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (24) o projeto de lei antifacções, que prevê penas mais duras para participação em organização criminosa ou milícia. A proposta foi enviada pelo governo federalista ao Congresso no dia 31 de outubro, mas houve alterações tanto na Câmara quanto no Senado.

Na Câmara, o relator foi o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que apresentou substitutivo ao projeto de lei 5582/25, de autoria do governo federalista.

O texto final seguirá agora para aprovação do presidente Lula. O projeto prevê a classificação de comportamentos comuns de organizações criminosas ou milícias privadas.

A pena prevista é de 20 a 40 anos de prisão por delito classificado porquê delito social estruturado. Quem for favorável a esta regra será punido com penas de prisão de 12 a 20 anos.

Mudanças
Na Câmara, o projeto de lei Antifacção foi chamado de “Marco jurídico para combater o delito organizado”. A maior segmento das mudanças feitas pelo Senado acabou rejeitada.

Também foram excluídas a tributação das apostas para a geração de um fundo de combate ao delito organizado e as mudanças no papel da Polícia Federalista na cooperação internacional.

Nesta quarta-feira, o presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou que a provável futura lei deverá receber o nome do ex-ministro Raúl Jungmann, falecido no mês pretérito.

Restrições
De concordância com o texto final, haverá restrições para os condenados por esses crimes, porquê a proibição de beneficiar de anistia, perdão ou indulto, liberdade sob fiança ou liberdade condicional.

Aliás, as pessoas dependentes de pessoas envolvidas no delito organizado não receberão assistência penitenciária se estiverem em prisão provisória ou cumprindo pena privativa de liberdade, em regime fechado ou semiaberto, por terem cometido qualquer delito previsto no projeto.

As pessoas condenadas por esses crimes ou mantidas sob custódia até julgamento deverão ser mantidas em prisão federalista de segurança máxima se houver provas concretas de que exercem chefia, chefia ou integram o comando mediano de organização criminosa, paramilitar ou milícia privada.

Convénio
O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que o projeto representa a resposta mais dura já dada ao delito organizado. No início da discussão, ele explicou que o governo federalista e a oposição chegaram a um concordância para agilizar a votação.

Para o líder do PSB, deputado Jonas Donizette (SP), o texto foi correcto com pontos positivos da Câmara e do Senado. O deputado capitão Alberto Neto (PL-AM), vice-presidente do PL, destacou que o projeto será “o ponto de partida” para retirar as organizações criminosas da política.

Deputados da base solene, por sua vez, criticaram a notável aprovação da retirada da geração da Mediação Contributiva no Domínio Econômico (Cide) nas apostas para financiar o combate ao delito organizado. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que a cobrança contribuirá com R$ 30 bilhões para a segurança pública.

*Com informações da Sucursal Câmara

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