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Clarão, fantasias e sol: dicas para sua pele não tolerar no Carnaval

Brilho, fantasias e sol: dicas para sua pele não sofrer no Carnaval

Clarão, fantasias e sol: dicas para sua pele não tolerar no Carnaval

Clarão no rosto, glitter espalhado pelo corpo e horas sob sol potente fazem secção do look carnavalesco. Mas, segundo explica Camila Mazza, médica pós-graduada em dermatologia, esse é um dos períodos do ano em que as queixas dermatológicas aumentam, principalmente por excesso de sol, suor e maquiagem acumulada.

“O erro mais generalidade é crer que a pele só aguenta o excesso por alguns dias. A combinação dessas três coisas compromete a proteção oriundo da pele e desencadeia uma inflamação que pode persistir por semanas”explica o médico. No Carnaval a rotina muda completamente, com maior exposição ao envolvente extrínseco, uso frequente de produtos brilhantes e contato metódico com calor e umidade. Essa combinação cria o cenário ideal para o surgimento de alergias, coceiras, ardências e irritações.

Clarão e cosméticos inadequados estão entre os principais vilões das festas. Quando não são adequados para uso na pele, podem suscitar reações alérgicas, principalmente em áreas sensíveis. O calor e a umidade intensos também favorecem o surgimento de acne, foliculite e assaduras, principalmente em áreas de atrito uma vez que coxas, axilas e virilhas. Outrossim, a exposição solar sem proteção adequada aumenta o risco de queimaduras, manchas e acelera o envelhecimento precoce.

Para curtir a sarau sem prejudicar a saúde da pele, a médica orienta sobre a prestígio do uso quotidiano de protetor solar com FPS 30 ou mais, reaplicado a cada duas horas, principalmente posteriormente sudorese intensa. Ela destaca que as fórmulas coloridas tendem a permanecer melhor e persistir mais, e que as versões em mastro ou spray podem facilitar a reaplicação durante os bloqueios. “A escolha consciente da maquiagem e do fulgor também é fundamental, é preciso priorizar produtos adequados à sua pele, evitar áreas sensíveis e nunca dormir com resíduos no rosto ou no corpo.”

Caso apareçam sinais uma vez que sarna persistente, queimação, descamação ou vermelhidão, o parecer é interromper o uso de produtos que possam ter causado irritação, intensificar a hidratação e procurar avaliação dermatológica caso os sintomas não melhorem. Segundo Camila, essa atenção evita que um problema específico perdure posteriormente o término da sarau.

Com site Correio Braziliense

manadeira da materia

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