Eduardo Bolsonaro pede que ele tenha um deputado remoto nos Estados Unidos
O deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) apresentou quinta-feira (28), uma missiva ao presidente da Câmara de Deputados, Hugo Motta (Republicons-PB), solicitando a geração de mecanismos para que ele possa praticar seu procuração parlamentar dos Estados Unidos. No documento, o parlamentar, que está no território dos EUA desde o final de fevereiro deste ano, sustenta que sua permanência no exterior é “forçada” e motivada pela suposta perseguição política e lítico no Brasil.
O aplicativo ocorre em um contexto em que o vice -acumula ausências injustificadas desde o retorno do recesso parlamentar em agosto, em seguida um período de 122 dias de licença para resolver questões pessoais. Eduardo Bolsonaro e seu pai, ex -presidente Jair Bolsonaro, foram acusados pela polícia federalista em 15 de agosto por crimes de coerção no transcurso do processo e tentativa de anulação violenta do domínio da lei democrática.
As justificativas do parlamentar
Na missiva enviada a Motta, Eduardo Bolsonaro argumenta que seu desempenho nos Estados Unidos se encaixa na “diplomacia parlamentar” chamada So e manteve uma agenda de trabalho com representantes do governo dos Estados Unidos. Ele afirma que a decisão de permanecer de fora do Brasil foi tomada antes da notícia de que poderia ser apreendida ou sofreu outras sanções.
“Essa decisão estava correta, porque em 20 de agosto a prelo relatou minha querela inadequada, precisamente devido à atividade parlamentar legítima que faço no exterior”. O deputado escreveu.
Para justificar a viabilidade de um procuração de intervalo, o parlamentar atrai um paralelo com as medidas remotas adotadas pelo Congresso durante a pandemia Covid-19. Ele afirma que a situação atual é mais séria. “O risco de um parlamentar brasiliano ser o objetivo da perseguição política hoje é incomparavelmente maior que o risco de gravemente doente durante a pandemia”. Avalie o documento. “Não se pode supor que o que foi reservado em tempos de crise de saúde deixa de estar em uma crise institucional ainda mais profunda”.
O deputado conclui o texto declarando sua posição: “Não reconheço nenhuma lacuna, não desisto do meu procuração, não desisto de minhas prerrogativas constitucionais e sigo o cumprimento das funções que me deram o voto popular”.
Posição da câmara da câmara
Apesar do pedido formal de Eduardo Bolsonaro, o prefeito, Hugo Motta, já rejeitou publicamente, em mais de uma ocasião, a possibilidade de um procuração exercido à intervalo. Segundo Motta, não há previsão no regimento interno da Câmara para essa modalidade.
Em uma entrevista recente à Globonews, o prefeito ficou simples sobre o objecto: “Quando ele tomou a decisão de ir aos Estados Unidos para executar o papel que encontra correto, ele (Eduardo) sabia que o treino parlamentar era incompatível”.
Nos últimos meses, os aliados de Eduardo Bolsonaro tentaram pronunciar uma mudança nas regras da moradia para tornar as licenças mais flexíveis e tornar o procuração remoto viável, mas nenhuma das iniciativas avançadas. Hugo Motta disse a jornalistas que lidará com o caso de Eduardo Bolsonaro em seguida o regimento, uma vez que faria com qualquer outro parlamentar.
Agindo nos Estados Unidos e na querela
A permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos foi marcada por reuniões com representantes do governo dos Estados Unidos. Seu desempenho é indicado uma vez que um dos fatores que contribuíram para a decisão do presidente Donald Trump de superar os produtos brasileiros e utilizar sanções aos ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF).
De entendimento com as informações da querela federalista da polícia, o objetivo da ação do parlamentar seria influenciar as demandas contra seu pai e obter anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
Mesmo fisicamente ausente do Congresso desde março, o deputado participou remotamente, na noite de quarta -feira (27), uma audiência em um subcomitê da Percentagem de Segurança Pública. Naquela estação, ele defendeu um projeto de perdão aos condenados de 8 de janeiro, criticou o ministro do STF Alexandre de Moraes e disse que “inventaram” um transgressão contra ele, em referência à querela de PF.
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