Em Alès, Casagrande prega o término da polarização na lhaneza do ano legislativo
A Parlamento Legislativa do Espírito Santo (Ales) iniciou nesta segunda-feira (2) os trabalhos legislativos para 2026, em sessão solene marcada pela resguardo da democracia e pela estudo dos desafios futuros. Diante de um plenário de Dirceu Cardoso repleto de autoridades, o governador Renato Casagrande (PSB) pregou a humildade e o diálogo uma vez que ferramentas essenciais contra a polarização política, enquanto o presidente da Câmara, deputado Marcelo Santos (União), projetou um ano de transição e mudanças de liderança no Estado.
A cerimônia reuniu representantes de todos os Poderes e de diversas instituições, incluindo o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), a presidente do Tribunal de Justiça (TJES), desembargadora Janete Vargas Simões, e o procurador-geral de Justiça, Francisco Martínez Berdeal, reforçando o clima de simetria institucional.
O “sigilo” da convívio e do combate à violência política
Em seu exposição, Renato Casagrande definiu a “capacidade de convívio” uma vez que o “sigilo” para o desenvolvimento e a firmeza do Espírito Santo. O Dirigente do Executivo alertou para o contexto global de violência política e apelou à filiação de uma postura contra a arrogância por segmento dos detentores do poder.
“Estamos em um momento em que é preciso treinar força contra o excesso de arrogância, arrogância e violência que vemos em alguns representantes de nossas instituições no Brasil, em outros estados, mas no mundo, em pessoal”, disse o governador.
Para Casagrande, a polarização, que segundo sua estudo começou em 2013 e se intensificou nas eleições de 2018 e 2022, representa o maior duelo atual para a classe política. Ele comparou a partilha ideológica a uma doença que se tornou mais visível durante a pandemia de Covid-19.
“Tivemos que enfrentar e sobreviver a essa polarização, mas temos que comemorar esse momento que vivemos cá no estado”, disse ele, destacando que a sociedade atual aspira ser “nivelado” e rejeita o autoritarismo.
O governador também aproveitou para listar as conquistas recentes atribuídas à rigorosa gestão orçamentária e à colaboração entre as instituições, citando que o Estado fechou o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego e a menor taxa de homicídios de sua história, além de perceber o primeiro lugar em transparência e no ensino médio pátrio.
Cenário internacional e papel do Poder Legislativo
O presidente da Ales, deputado Marcelo Santos, aproveitou seu exposição para contextualizar o Espírito Santo dentro de um cenário global instável. Ele citou o impacto das tarifas comerciais dos EUA, a desaceleração da economia alemã, a guerra entre Rússia e Ucrânia e a instabilidade no Oriente Médio uma vez que fatores que influenciam diretamente a economia do Espírito Santo, que é “cândido, produtivo e conectado ao mundo.”
Ao relembrar sua chegada à Parlamento em 2003, Marcelo Santos contrastou o cenário de um Estado “quebrado e endividado” daquela idade com a atual situação de estabilidade fiscal e segurança jurídica. Ele destacou a mudança de posicionamento do Legislativo nos últimos anos.
“Deixou de ser figurante. Tornou-se protagonista. Entendemos alguma coisa necessário: diálogo não é submissão. Independência entre Poderes não é conflito permanente”, afirmou. declarou o parlamentar.
Marcelo Santos, que encerra ciclo de seis mandatos na Câmara, projetou 2026 uma vez que um marco histórico que abrirá espaço para novas lideranças. Ele também destacou ações da Ales, uma vez que a obtenção do Selo Diamante Atricon de transparência pelo segundo ano sucessivo, o programa de Arranjos Produtivos e a Escola de Formação Política da Juventude.
Resguardo das instituições e da democracia
Representando o Poder Judiciário, a presidente do TJES, desembargadora Janete Vargas Simões, tomou posição para substanciar a prestígio do Legislativo na arquitetura do Estado Democrático de Recta. Em ano eleitoral, o juiz apelou a uma elevada consciência institucional.
“Esta sessão transcende o rito constitucional e se projeta uma vez que uma asseveração do compromisso republicano com a democracia, a legitimidade e a crédito da sociedade em suas instituições”, disse o magistrado, valorizando a simetria e a independência entre os Poderes para promover a justiça social.
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