ES bate recorde de R$ 5,1 bilhões em investimentos e lidera ranking vernáculo de aportes estaduais
O Governo do Espírito Santo investiu R$ 5,1 bilhões ao longo de 2025, valor que representa 20% de sua receita anual e coloca o estado na liderança vernáculo das contribuições proporcionais, avante de São Paulo e Maranhão. O balanço financeiro do terceiro trimestre de 2025 foi apresentado pelo secretário de Estado da Herdade, Benício Suzana Costa, em audiência pública da Percentagem de Finanças da Câmara Legislativa do Espírito Santo (Ales), realizada nesta segunda-feira (23). Apesar do cenário de estabilidade fiscal e cumprimento dos pisos constitucionais, a gestão estadual monitora os impactos dos desafios futuros, porquê a reforma tributária e a redução da arrecadação de ICMS.
A prestação de contas foi realizada no Plenário de Dirceu Cardoso e atende aos requisitos da Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga o Executivo a provar o cumprimento das metas fiscais. Participaram da mesa da percentagem o subsecretário da Herdade do Estado, Daniel Correia; o subsecretário da Receita, Thiago Venâncio; e a defensora pública María Gabriela Agapito.
Aumento de receitas e despesas controladas
Os dados apresentados pela Secretaria do Tesouro do Estado (Sefaz) indicam um prolongamento de 7% na receita fluente do estado em 2025, em confrontação com 2024, passando de R$ 37,8 bilhões para R$ 40 bilhões. A maior secção desse valor provém de receitas tributárias e de ICMS.
A receita líquida totalidade do estado aumentou 9,4%, superior à média vernáculo. Esse prolongamento representou um aumento de R$ 2,7 bilhões em relação a 2024 e foi contribuído pelas receitas do setor cafeeiro e pelo pagamento de royalties do petróleo, que totalizaram R$ 1,35 bilhão.
Na espaço de despesas, o totalidade gasto pelo Estado passou de R$ 26,4 bilhões (2024) para R$ 29,3 bilhões (2025), equivalente a um aumento de 10,7%. Os custos com pessoal também aumentaram, passando de R$ 12 bilhões para R$ 13,1 bilhões, correspondendo a um prolongamento de 9,3%.
Liderança em instrução, saúde e investimento
O repasse de recursos para áreas prioritárias superou os requisitos mínimos da Constituição Federalista (25% para instrução e 12% para saúde). O Estado destinava 25,28% de sua receita à instrução e 16,46% à saúde.
A capacidade de poupança do Espírito Santo refletiu-se diretamente nas contribuições para infraestrutura e outras áreas. Os investimentos do Estado em 2025 foram 18% superiores aos do ano anterior. “Os gastos com investimentos no estado estão aumentando. Em 2025 chegaremos a R$ 5,1 bilhões. É o maior investimento totalidade da história do Espírito Santo”, disse o secretário Benício Costa.
Os 20% investidos em relação às receitas estaduais garantem a liderança vernáculo do Espírito Santo. Segundo dados da Secretaria do Tesouro Vernáculo (STN) citados por Costa, São Paulo investe 10% em relação às suas receitas. Seguem-se Maranhão (16%), Goiás e Mato Grosso (ambos com 15%).
Dívida negativa e perspectivas económicas
A saúde financeira do estado também é medida pela dívida consolidada em relação ao que foi arrecadado, que fechou o ano em -53%. Na prática, isto significa que o pagamento integral da dívida hodierno não afectaria significativamente o orçamento do Estado.
“Temos numerário sobrando em relação ao nosso lucro líquido atual, fechamos 2025 com 53% menos, enquanto outros estados, o Rio de Janeiro, por exemplo, já ultrapassaram o limite permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que é 200% a mais de receita”, detalhou o possuidor da Sefaz.
O cenário atual contrasta com o alerta feito pelo próprio secretário no relatório anterior, em outubro de 2025. Naquela ocasião, as receitas ficaram inferior do esperado, houve frustração nas receitas de royalties e o Estado precisou ajustar o ritmo dos investimentos.
Questionado pelo presidente da Percentagem de Finanças, deputado Mazinho dos Anjos (MDB), sobre quais medidas estruturantes garantirão o nível de investimentos diante de uma provável queda de renda com a reforma tributária e a economia internacional, Benício Costa citou o sólido histórico.
“Essa requisito de maior força fiscal do país significa que podemos passar por esses eventos adversos. Já passamos por redução nas alíquotas dos combustíveis, já passamos pela Emenda Constitucional 132 (reforma tributária), já passamos pela pandemia e agora estamos passando por uma guerra que vai trazer impactos para o nosso estado. pronunciado.
Exigências legislativas
Durante a sessão, o deputado coronel Weliton (PRD) solicitou à Sefaz a realização de um estudo sobre o impacto financeiro do aumento salarial dos militares. Ele manifestou preocupação específica com o facto de militares reformados regressarem ao serviço activo e receberem menos de metade do salário dos seus titulares. Ou por outra, questionou o calendário de reajuste, aplicado em julho em vez de janeiro.
Em resposta, Costa sustentou que a decisão sobre os reajustes exige uma estudo global do cenário financeiro. “É preciso olhar para o porvir, para as coisas que estão acontecendo. Acho que todos esses aspectos foram levados em consideração na hora de sentenciar o reajuste (a isenção do ICMS, a reforma tributária e a guerra)”. explicou.
Para a questão específica dos militares da suplente, o deputado Mazinho dos Anjos prometeu solicitar estudo à Secretaria de Gestão e Recursos Humanos (Seger), considerando que o tema não se limita às funções da Sefaz. Anjos também valorizou positivamente a apresentação do balanço: “Esse trabalho sério nos permite executar nossos compromissos, remunerar em dia nossos funcionários e manter a capacidade de investimento. Outro ponto relevante é o regular prolongamento da renda”.
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