Espírito Santo atinge meta ideal em 12 das 16 vacinas para menores de 2 anos
Em 2025, segundo o Ministério da Saúde, o Espírito Santo atingiu a meta ótima ou progressão significativo em 12 das 16 vacinas do Calendário Pátrio para menores de 2 anos que têm meta de cobertura. Dos 12, seis deles estão supra da meta ideal recomendada. Os dados são preliminares e são provenientes do LocalizaSUS, por meio da Rede Pátrio de Dados em Saúde (RNDS).
As metas superadas foram relativas às vacinas BCG, Hepatite B, Pneumo 10, Rotavírus, Tríplice Viral (1ª ração) e Meningocócica Conjugada (1º reforço). Segundo estudo do Programa Pátrio de Imunizações (PNI), do órgão federalista, as metas foram classificadas porquê “metas ótimas”.
As vacinas Injetável Poliomielite (VIP), Meningo C, Penta, Hepatite A, DTP, Tríplice Viral (2ª ração), Pneumo 10 (1º reforço), Injetável Poliomielite (reforço VIP) e Varicela foram classificadas porquê “progressão significativo”, ou seja, cobertura que vem aumentando ao longo dos anos, principalmente pós-pandemia de covid-19. Exclusivamente a vacina contra Febre Amarela possui classificação amarela, que é voltada para vacinas que alcançam cobertura entre 61% e 80%.
“O Espírito Santo vem acompanhando o cenário pátrio de avanços na cobertura vacinal e os dados nos mostram que esse esforço é um esforço conjunto, do Estado e dos municípios, mas principalmente de todos os profissionais que atuam diretamente na imunização”parabenizou o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann.
Compreender metas ideais é uma estratégia que visa prevenir a circulação de doenças imunopreveníveis, ou seja, aquelas que podem ser prevenidas através da vacinação. Outrossim, o cumprimento das metas recomendadas também ajuda a prevenir surtos e epidemias, proteger aqueles que ainda não podem ser imunizados e, supra de tudo, reduzir casos graves e mortes.
As vacinas BCG e Rotavírus são as únicas do calendário para crianças menores de 2 anos com meta de cobertura recomendada de 90%, as demais imunizações têm meta de cobertura de 95%.
Conforme explica a referência técnica do Programa Estadual de Imunização, da Secretaria de Saúde (Sesa), Danielle Grillo, o aumento da cobertura é resultado do trabalho contínuo das equipes de imunização, principalmente no período pós-pandemia. “Durante a pandemia da Covid-19, assim porquê em todo o país, a cobertura vacinal no Estado ficou muito inferior do recomendado. Depois 2022, intensificamos as estratégias de resgate de crianças não imunizadas nos territórios, e os esforços estão sendo evidenciados nos dados atuais”esses.
Evolução na cobertura vacinal
O período de pandemia da Covid-19 interferiu diretamente na cobertura vacinal dos principais imunizantes do Calendário Infantil, mormente durante os anos de 2020 e 2021. Em 2022, segundo a referência do Programa Estadual de Imunizações, Danielle Grillo, a Sesa intensificou suas ações e estratégias para ampliar e atingir as metas preconizadas.
“Nos últimos anos desenvolvemos novas estratégias para conseguir cada vez mais pais e responsáveis de crianças que tinham esquema incompleto ou não iniciado, porquê envio de SMS e mensagens no WhatsApp, também projetos que levam questões de saúde para dentro das escolas, em parceria com o Programa Saúde na Escola (PSE), por meio do Programa Zé Gotinha nas Escolas, por exemplo, e a parceria com a instrução, por meio da atualização em 2025 da Portaria que define os procedimentos de gerenciamento e operacionalização da apresentação da situação vacinal no cadastro e rematrícula nas escolas, muito porquê instituir o Programa Estadual de Vacinação nas Escolas”lembrou a referência técnica.
Outrossim, o Estado passou a orientar os municípios a ampliar estratégias extramuros em seus territórios, ou seja, com imunização para além das salas de vacinação.
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