Farmácia popular pode ter mais medicamentos e entrega em habitação no ES
A Assembléia Legislativa de Espírito Santo (ALES) aprovou a indicação 995/2025, que propõe a expansão do popular programa de farmácia no estado. A medida visa aumentar a oferta de medicamentos básicos à população, otimizar a logística de distribuição e depreender os municípios com menos cobertura do programa federalista. O texto foi guiado para estudo do governo estadual, a quem a decisão será responsável pela implementação das sugestões.
A proposta sugere que o Departamento de Saúde do Estado (SESA) desenvolva estratégias para melhorar a distribuição de medicamentos. O objetivo é resolver queixas recorrentes sobre a falta de produtos, mormente em locais interiores e em áreas rurais.
Na justificativa da indicação, o vice -Zé Preto (PP) reconhece o progresso na superfície, citando um investimento de R $ 33,9 milhões em assistência farmacêutica em 2024, 42% superior a 2023 e beneficiou mais de 500.000 pessoas. No entanto, ele ressalta que os problemas de suprimento persistem.
“Apesar desse antecipação, as queixas para a escassez de medicamentos básicos ainda são recorrentes, mormente nos municípios interiores e rurais, onde há uma presença mais baixa de unidades acordadas. Ou por outra, muitos cidadãos enfrentam dificuldades de chegada devido à intervalo aos pontos de distribuição ou à falta de informações atualizadas sobre a disponibilidade de remédios”, argumenta o deputado no documento.
Ações propostas
Para volver o cenário, a indicação de 995/2025 lista uma série de ações a serem consideradas pelo Executivo do Estado. Entre as principais sugestões estão a expansão da rede acordada, incentivando mais farmácias privadas a aderir à iniciativa.
Outro ponto mediano é a geração de um sistema on-line que permite à população consultar a disponibilidade de medicamentos em unidades credenciadas em tempo real. A medida procura evitar deslocamentos desnecessários e facilitar o chegada às informações.
A proposta também inclui a implementação de um sistema de entrega em habitação. A idéia é que, em parceria com os correios, é provável servir pessoas que moram em regiões remotas ou que reduziram a mobilidade, garantindo que os medicamentos atinjam aqueles que mais precisam.
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