Filme Maníaco do Parque encerra Festival do Rio
Em seguida dez dias exibindo centenas de filmes, o Festival Rio 2024 teve sua noite de fechamento com “Manático do Parque”, no sábado, 12 de outubro, no Cinema Odeón – CCLSR.
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O evento contou com nomes da equipe, uma vez que os atores Silvero Pereira, Giovanna Grigio, Bruno García, Augusto Madeira, Talita Younan, Olívia Lopes, Bruna Mascarenhas e Christian Malheiros, além do diretor Maurício Eça e do produtor Marcelo Braga. Também estiveram presentes outros convidados especiais, uma vez que os atores Isadora Cruz, Fefe e Diogo Almeida.
O longa, estreado no festival, é fundamentado na história do famoso serial killer brasílio, que causou terror na cidade de São Paulo na dez de 90. O criminoso é interpretado por Silvero, que divide os holofotes com Giovanna Grigio. , tradutor de Elena, jovem repórter que trabalha na cobertura do caso.
“Tivemos aproximação a quatro de suas vítimas sobreviventes. A história que decidimos descrever é do ponto de vista das mulheres, quase uma vez que uma reparação histórica pelo que vivenciaram. É um filme que acredito que servirá de reflexão para a sociedade, para muitas outras questões”, disse o diretor, na ingresso da sessão.
A atriz também destaca essa perspectiva feminina na abordagem do filme e o quão importante ela é para a história contada.
“Ela é uma jovem jornalista, uma mulher, dos anos 90, dentro de uma redação muito masculina. Portanto, quando ela cobre esse caso, ela realmente sente empatia pelas vítimas e entende que a mesma coisa poderia ter ocorrido com ela. O ponto de vista da empatia perpassa toda a sua história. Elena questiona a cobertura jornalística, a forma uma vez que as mulheres são tratadas e também a forma uma vez que a polícia aborda o caso”, destaca Giovanna, que comemora pela primeira vez ter um filme em um festival.
Com um personagem tão denso, a preparação de Silvero foi intensa, desde a pesquisa do personagem até a construção de Francisco.
“Me aprofundei nesse personagem com tudo de real que me ofereceram, desde as 200 milénio páginas de processos, os vídeos públicos e não públicos, áudios de algumas entrevistas que ele deu… Todo esse material era muito necessário para mim. para construí-lo tecnicamente, Francisco”, lembra o ator sobre o filme, que também contou com assessoria de psicólogos e psiquiatras.
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