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Flávio Bolsonaro lidera corrida presidencial contra Lula no Espírito Santo, segundo pesquisa

Flávio Bolsonaro lidera corrida presidencial contra Lula no Espírito Santo, segundo pesquisa

Flávio Bolsonaro lidera corrida presidencial contra Lula no Espírito Santo, segundo pesquisa

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera a intenção de voto para a Presidência da República no Espírito Santo nas eleições de 2026, com margem estreita sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A constatação surge de pesquisa realizada pelo instituto Real Time Big Data, publicada nesta segunda-feira (16). A pesquisa, que entrevistou 2 milénio eleitores no Espírito Santo entre os dias 13 e 14 de março de 2026, tem porquê objetivo mapear o cenário eleitoral no estado e estimar intenções de voto no primeiro vez, índices de repudiação de pré-candidatos e aprovação do atual governo federalista.

Cenários estimulados na primeira rodada
A investigação simulou três cenários de primeira volta, alterando os possíveis candidatos do PSD (Ratinho Júnior, Eduardo Leite e Ronaldo Caiado). Nos três cortes, a diferença entre Flávio Bolsonaro e Lula fica entre 5 e 6 pontos percentuais em valor inteiro, o que garante vantagem ao senador até o limite da margem de erro.

Cenário 1
Flávio Bolsonaro (PL): 38%
Lula (PT): 33%
Ratinho Jr. (PSD): 6%
Romeu Zema (Novo): 6%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Renán Santos (Missão): 1%
Nulo/em branco: 7%
Não sabe ou não respondeu: 8%

Cenário 2
Flávio Bolsonaro (PL): 40%
Lula (PT): 34%
Romeu Zema (Novo): 6%
Eduardo Leite (PSD): 3%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Renán Santos (Missão): 1%
Nulo/em branco: 7%
Não sabe ou não respondeu: 8%

Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 40%
Lula (PT): 34%
Romeu Zema (Novo): 6%
Ronaldo Derribado (PSD): 2%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Renán Santos (Missão): 1%
Nulo/em branco: 7%
Não sabe ou não respondeu: 9%

Pesquisa espontânea
O instituto também avaliou o cenário natural, em que o votante indica seu candidato sem auxílio de lista prévia. Neste protótipo, destaca-se o supino índice de indecisão: metade dos entrevistados (50%) não sabia ou não respondeu.

Entre os nomes citados espontaneamente, Lula lidera com 20% das menções, seguido por Flávio Bolsonaro, com 13%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que segundo a própria pesquisa não é elegível, aparece com 4%. Ratinho Jr., Romeu Zema e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), obtêm 1% cada. Os demais nomes representam 2% e os votos nulos e em branco representam 8%.

Taxas de repudiação
Ao medir a aversão do eleitorado capixaba a possíveis candidatos, a pesquisa mostra que o presidente Lula é a opção mais rejeitada. Para 54% dos eleitores capixabas, o PT é um candidato inviável para 2026. Flávio Bolsonaro aparece na segunda posição, sendo descartado por 45% do eleitorado.

A classificação de repudiação continua com:

  • Ronaldo Derribado (PSD): 33%
  • Ratinho Júnior (PSDB): 28%
  • Romeu Zema (Novo): 27%
  • Aldo Rebelo (DC): 26%
  • Eduardo Leite (PSD): 22%
  • Renan Santos (Missão): 20%

Exclusivamente 2% disseram que poderiam votar em todos os nomes apresentados e 5% não souberam ou não responderam.

Avaliação do governo federalista no ES
A investigação também avaliou a percepção dos espíritos santos sobre a atual gestão federalista. Os dados revelam que 56% dos eleitores desaprovam as ações do presidente Lula, contra 38% que aprovam e 6% que não têm opinião.

Na avaliação específica da gestão, 39% classificam-na porquê “ruim” ou “péssima”, enquanto 35% consideram-na “normal”. O governo é considerado “magnífico” ou “bom” por 24% dos entrevistados e 2% não souberam responder.

Metodologia
A pesquisa do instituto Real Time Big Data foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-09011/2026. Foram realizadas 2 milénio entrevistas no Espírito Santo entre 13 e 14 de março de 2026 (os meios de notícia que divulgaram a pesquisa divergem, informando que a coleta foi realizada pessoalmente e/ou por telefone). A margem de erro é de mais ou menos 2 pontos percentuais, com nível de crédito de 95%. A pesquisa custou R$ 80 milénio, pagos com recursos do próprio instituto.

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