Governo Trump suspende vistos de imigração para o Brasil e outros 74 países
O governo dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira (14), a suspensão da licença de vistos a imigrantes de 75 países, incluindo o Brasil. A medida, determinada pela governo de Donald Trump, entra em vigor no dia 21 de janeiro por tempo indeterminado e visa impedir a ingressão de estrangeiros que possam tornar-se um “ónus público”, embora não afete autorizações para turismo, negócios e outras categorias de não imigrantes.
Segundo transmitido solene do Departamento de Estado dos EUA, a decisão visa proteger a economia sítio. “O Departamento de Estado suspenderá o processamento de vistos para imigrantes de 75 países cujos imigrantes recebem benefícios sociais do povo americano a taxas inaceitáveis. O frigoríficação permanecerá em vigor até que os Estados Unidos possam prometer que os novos imigrantes não extrairão riqueza do povo americano”, afirma a nota.
Embora a Lar Branca ainda não tenha divulgado a lista solene completa, informações publicadas pela Fox News, e confirmadas indiretamente pela porta-voz da Lar Branca, Karoline Leavitt, ao compartilhar a notícia, indicam que o bloqueio afeta o Brasil, além de nações uma vez que Rússia, Irã, Somália, Afeganistão, Nigéria, Tailândia, Iraque, Egito, Haiti, Eritreia e Iêmen.
Critérios de exclusão: saúde e finanças.
De congraçamento com reportagem da Fox News, que teve chegada a um memorando do Departamento de Estado, a novidade orientação instrui funcionários de embaixadas e consulados a aplicarem critérios de seleção rigorosos. O documento orienta a negação de vistos a candidatos que possam depender de benefícios públicos.
Entre os fatores que podem levar à negação de um pedido de imigração estão:
- Saúde: Candidatos com sobrepeso (obesidade) ou condições médicas que exijam cuidados de longo prazo.
- Idade: Candidaturas de pessoas idosas podem ser rejeitadas.
- Financiar: Histórico de utilização de assistência financeira governamental ou situação financeira precária.
- Linguagem: Falta de proficiência em inglês.
A orientação sugere uma reavaliação dos procedimentos de verificação para prometer que os novos residentes não utilizem os recursos dos contribuintes dos EUA.
Turismo e negócios preservados
O Departamento de Estado esclareceu que o frigoríficação se aplica estritamente aos vistos de imigração, ou seja, aos estrangeiros que solicitam residência permanente nos Estados Unidos (uma vez que processos de Green Card baseados na família ou em determinadas categorias profissionais).
As categorias “não-imigrantes” permanecem inalteradas. Isso significa que os brasileiros ainda podem solicitar e utilizar vistos para estadias temporárias.
As modalidades não afetadas incluem:
- Turismo e tratamentos médicos (B2);
- Negócios (B1);
- Estudantes (F1, M1 e dependentes);
- Troca (J1);
- Jornalistas (eu);
- Trabalhadores temporários (H1B, H2A, H2B, entre outros);
- Tráfico e tripulação (C1, D).
As autoridades norte-americanas reforçaram à dependência Associated Press que a mudança centra-se em quem pretende fixar residência, deixando de fora as viagens de curta duração.
Contexto político e tensão interna
A decisão de endurecer as regras de imigração ocorre em meio a uma poderoso crise interna nos Estados Unidos. A política “anti-imigração” da governo Trump enfrenta uma vaga de protestos, mais de milénio registados em todo o país, posteriormente a morte da cidadã norte-americana Renee Nicole Good, assassinada pela polícia de imigração (ICE) no estado de Minnesota.
O presidente Donald Trump dirigiu críticas específicas ao estado de Minnesota, governado pelo democrata Tim Waltz, acusando as comunidades locais de imigrantes de fraude. Esta terça-feira, Trump atacou a comunidade somali da região: “Minnesota foi invadida por golpistas somalis que roubam dos contribuintes americanos e se aproveitam da nossa munificência.” declarou o presidente, ordenando uma investigação financeira.
O governador Tim Waltz refutou as acusações, chamando as ações da Lar Branca de “retaliação política” pelo estado ter votado contra Trump em três eleições.
Até o fechamento desta reportagem, o Itamaraty não havia comentado a inclusão do Brasil na lista de restrições. A Sucursal Brasil entrou em contato com a embaixada dos EUA em Brasília, mas ainda não se manifestou oficialmente.
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