Janeiro Virente alerta sobre prevenção do cancro de pescoço de útero no Espírito Santo
O mês de janeiro é devotado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do cancro do pescoço do útero. Publicado uma vez que Janeiro Virente, nascente é um dos períodos que visam substanciar os cuidados necessários ao longo da vida da mulher.
A doença, que é considerada uma das neoplasias de maior impacto na saúde feminina, pode ser quase totalmente evitada por meio da vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) e do comitiva regular com exames preventivos.
No Espírito Santo, o cancro de pescoço do útero tem estimativa de 260 novos casos/ano, segundo dados do Instituto Pátrio do Cancro (INCA). Outrossim, possui a maior taxa de mortalidade da região Sudeste, com média de 5,12 óbitos por 100 milénio habitantes, sendo a taxa do Brasil de 4,51.
Para a referência técnica em Saúde da Mulher da Secretaria de Saúde (Sesa), Christiani Pontara Faé, o desvelo com a saúde da mulher deve ocorrer ao longo da vida, começando na juvenilidade e intensificando-se na idade adulta, principalmente entre 25 e 64 anos. “O cancro de pescoço do útero é um dos mais evitáveis, quando a prevenção e os cuidados acontecem no momento notório. Portanto, o Janeiro Virente é um período fundamental para substanciar a valor da vacinação contra o HPV, da realização regular de exames preventivos (Papanicolau) e do desvelo contínuo com a saúde da mulher ao longo da vida”ele enfatizou.
Em 2024, foram registrados 527 casos de cancro de pescoço de útero no Espírito Santo, em mulheres com até 80 anos. Em 2025, foram 142 novos diagnósticos, uma redução de 73% quando comparado a 2024. Em relação aos dados de óbitos, foram registrados 197 óbitos por cancro de pescoço de útero no Estado em 2024, sendo 45 (22,8%) em mulheres de 60 a 69 anos. Em 2025, foram registradas 146 mortes em decorrência de cancro. A manancial dos dados é o Pintura Oncológico, que apresenta dados dos casos de cancro atendidos no Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, os municípios da região Sul do estado contam com a implantação de uma novidade tecnologia que auxilia na detecção da trouxa viral do Papilomavírus Humano (HPV), que está associado ao desenvolvimento de quase todos os cânceres do pescoço do útero. O processo ocorre por meio de testes moleculares para detecção do HPV oncogênico por meio do teste PCR. Diferentemente da citopatologia tradicional (examinação de Papanicolau), o teste molecular permite identificar a presença do vírus com maior sensibilidade e em fases muito iniciais, possibilitando um tratamento mais hábil e eficiente.
Além dessa tecnologia, a população feminina pode descrever com o tradicional examinação de Papanicolaou, disponível em todos os municípios capixabas, que tem uma vez que objetivo identificar lesões precursoras tratáveis do CCU, fornecendo formas de prevenir o desenvolvimento do cancro de pescoço do útero. Esses serviços estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Cobertura de vacinação
Segundo dados do Pintura de Séquito da Vacinação contra o HPV do Ministério da Saúde, em 2025, o Espírito Santo teve uma cobertura vacinal de 99,77% em meninas, superando a meta pátrio, que é de 90%. Em 2024, o Espírito Santo tinha uma cobertura vacinal contra o HPV em meninas de 98,88%.
No país, a vacina contra o HPV é fornecida pelo Instituto Butantan e faz segmento do Calendário de Vacinação de Crianças e Adolescentes. É voltado para a filete etária de 9 a 14 anos e protege contra HPV de grave risco tipos 6 e 11, que causam verrugas anogenitais, e tipos de cima risco 16 e 18, que causam cancro de pescoço de útero, pênis, anal e verbal.
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