Lula autoriza a adoção da lei de reciprocidade tarifária dos Estados Unidos
O presidente Luiz Inacio da Silva autorizou na quinta -feira o início de consultas e medidas para empregar a lei da reciprocidade econômica contra os Estados Unidos, em resposta à taxa de 50% que atinge os produtos brasileiros exportados para o mercado dos EUA.
Itamaraty enviou notícia à Câmara de Negócio Exterior (Camino) e disse que os Estados Unidos serão oficialmente notificados.
Segundo Itamaraty, o processo pode levar murado de sete meses, pois pressupõe os estágios formais de consulta com os Estados Unidos. O Compex terá 30 dias para determinar se o caso se encaixa ou não na Lei de Reciprocidade antes de ser aplicada contratada.
Saudada em abril, a lei de reciprocidade permite que o Brasil responda a medidas unilaterais de outros países que minam sua competitividade internacional. Os possíveis contratados são impostos às importações nas importações, suspensão de concessões e investimentos comerciais e restrições relacionadas à propriedade intelectual.
A decisão foi tomada depois consultas com o vice -presidente e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Negócio e Serviços, Geraldo Alckmin, e reflete a percepção do governo de que o diálogo com Washington foi unilateral e fechado para considerações brasileiras. A despesa é que a medida deixa espaço para negociação, mas se não houver conformidade, o país continuará com a emprego completa da lei.
Apesar do início do processo interno, os periferia de Lula indicaram que ainda há interesse em negociar com o governo dos Estados Unidos. O processo, embora ocorra dentro do governo brasiliano, fornece o recta ao contraditório para os Estados Unidos. Na quinta -feira, Lula enfatizou que os ministros Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Negócio e Serviços), Fernando Haddad (rancho) e Mauro Vieira (Relações Exteriores) não foram ouvidas pelos americanos.
Além da lei de reciprocidade, o Brasil também iniciou consultas na Organização Mundial do Negócio (OMC) contra a taxa e contratou um escritório de advocacia americano para tutelar o país. As autoridades brasileiras negam qualquer conexão entre o início do processo e o julgamento de Jair Bolsonaro no STF, programado para 2 de setembro.
A lei de reciprocidade autoriza o poder executivo, em coordenação com o setor privado “, adotado contratado na forma de restrição às importações de bens e serviços ou medidas para suspender as concessões, investimentos e obrigações comerciais sobre os direitos e as medidas de propriedade intelectual para suspender outras obrigações previstas em qualquer conformidade mercantil no país”.
A regra também indica que o contrato deve ser, na medida do provável, proporcional ao impacto econômico causado pelas ações, políticas ou práticas da emprego unilateral de investimentos comerciais, financeiros ou de investimentos de investimentos prejudiciais para o Brasil.
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