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Lula promessa pelo César de Wellington e endurece exposição contra o transgressão organizado

Lula jura pelo César de Wellington e endurece discurso contra o crime organizado

Lula promessa pelo César de Wellington e endurece exposição contra o transgressão organizado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou, na noite desta quinta-feira (15), a mudança de comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, empossando César Lima e Silva uma vez que sucessor de Ricardo Lewandowski em Wellington. Durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o governo federalista anunciou uma mudança estratégica na segurança pública, catalogando o combate às organizações criminosas uma vez que uma ação de Estado que envolverá atuação integrada e permanente entre o Executivo, o Ministério Público e o Judiciário.

A cerimônia marcou a saída de Lewandowski, que chefiava o departamento desde fevereiro de 2024, e a chegada de Lima e Silva com a missão de dar perpetuidade e aprofundar as ações de perceptibilidade. O evento contou com a presença de ministros, autoridades da Justiça e diretores de órgãos estratégicos, uma vez que a Polícia Federalista (PF), a Herdade Federalista e o Banco Medial.

Foco no “supra” e na descapitalização do transgressão
Em seu exposição, o presidente Lula enfatizou que a novidade diretriz de segurança procura afetar a estrutura financeira e logística das facções, afastando-se de políticas focadas exclusivamente no confronto direto em comunidades vulneráveis.

“Não se trata de prender os pobres, vamos resguardar o transgressão organizado e deslindar quem é o verdadeiro responsável, quem não paga impostos, quem sonega no Brasil, que é um dos motivos do empobrecimento do nosso país”, Lula disse.

O presidente ressaltou que o objetivo é que o país, pela primeira vez, foque não em “matar gente nas favelas”, mas na coordenação de esforços com a PF, o Tesouro e o Banco Medial. Lula citou investigações recentes uma vez que exemplos do novo padrão de atuação, incluindo a “Operação Carbono Escondido”, que descreveu uma vez que a maior já realizada pela PF em conjunto com a Polícia de São Paulo e a Herdade Federalista, focada em fraude fiscal e lavagem de verba no setor de combustíveis, a consumição de cinco navios com 250 milhões de litros de gasolina contrabandeada na Operação Refit e investigações envolvendo o Banco Master.

“Nunca estivemos tão próximos e nunca tivemos tantas oportunidades, tantas possibilidades de atingir o mais cume nível de depravação e transgressão organizado neste país uma vez que temos agora”, declarou o presidente.

Integração entre poderes
A decisão de solevar o combate ao transgressão à categoria de ação de Estado foi detalhada pelo novo ministro, Wellington César Lima e Silva, depois reunião anterior convocada por Lula. A estratégia prevê que os órgãos de persecução penal e fiscal atuem em simetria institucional com o Poder Judiciário e o Ministério Público para prometer maior eficiência nas investigações e denúncias.

Segundo o ministro, a iniciativa conta com o pedestal do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do vice-presidente do Supremo Tribunal Federalista (STF), ministro Alexandre de Moraes. “Houve uma decisão do Presidente da República, partilhada por todos os atores presentes, de solevar o combate ao transgressão organizado à categoria de ação do Estado”, explicou Wellington César. Ressaltou que a coordenação respeitará a autonomia constitucional de cada Poder.

Os quatro pilares da novidade gestão
Wellington César Lima e Silva traçou os eixos que nortearão sua gestão adiante da Justiça e Segurança Pública. “A questão da perceptibilidade, do fortalecimento das instituições, da atitude de cooperação federativa e da eficiência nos gastos públicos são quatro eixos fundamentais”, destacou.

O novo ministro destacou a urgência do trabalho e a urgência de uma visão de longo prazo. “Tenho absoluta crença de que a sociedade brasileira deve compreender que o combate ao transgressão organizado não é uma tarefa para leste ano. É uma tarefa para todo o período porvir e que terá repercussões para esta e para as futuras gerações”.

Em relação à equipe, Wellington confirmou que os diretores-gerais da Polícia Federalista, Andrei Rodrigues, e da Polícia Rodoviária Federalista (PRF) permanecerão em seus cargos. Relativamente aos secretários nacionais do departamento, o ministro afirmou que irá manter conversas individuais para definir a manutenção ou substituição de nomes, tendo recebido “totalidade liberdade” do presidente para montar a sua equipa.

Perpetuidade e Legislação
Ricardo Lewandowski, ao entregar o função, descreveu o momento uma vez que um símbolo de perpetuidade, e não de ruptura. “Tenho certeza de que nosso novo ministro, Wellington César Lima e Silva, é um varão predestinado a dar perpetuidade ao importante trabalho que nossa equipe iniciou”, disse o ex-ministro, elogiado por Lula por sua formação jurídica e sua liderança no departamento nos últimos dois anos.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçou a relevância da agenda legislativa deixada pela gestão anterior, citando especificamente a Proposta de Reforma da Segurança Pública à Constituição (PEC) e o projeto de lei antifração. Lula também defendeu o progressão da PEC no Congresso Pátrio para definir com perspicuidade o papel da União, da PF e de uma futura Guarda Pátrio, superando as limitações da Constituição de 1988 que concentrava responsabilidades nos estados.

Wellington César mostrou-se otimista com a tramitação das propostas. “Acredito firmemente no sentido de responsabilidade do Congresso” ele disse aos repórteres depois a inauguração.

Resultados operacionais
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, corroborou a diretriz de asfixia financeira, citando a cooperação internacional uma vez que a chave do sucesso. Ele mencionou uma operação recente que resultou na consumição de quase 10 toneladas de drogas na Espanha uma vez que resultado de investigações brasileiras. “Enfrentar o poder parcimonioso do transgressão organizado é forçoso para que tenhamos resultados eficazes e duradouros”, concluiu o diretor.

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