O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal (STF), foi tirado na segunda -feira (25) para informar o processo que investiga fraudes no INSS (Instituto Vernáculo de Seguro Social).
O intercâmbio de relatores ocorre em seguida o pedido do PGR (Procurador -Universal da República), que estava sob o Rapiete dos dias de Toffoli. A redistribuição foi aceita pelo presidente do tribunal, o ministro Luís Roberto Barroso.
No Supremo, o processo no processamento é físico e secreto. A polícia federalista conduz investigações, que em abril lançaram a operação sem desconto, que revelou o escândalo de descontos ilegais associativos.
De convenção com a sintoma do procurador -geral, Paulo Gonet, o trajo de Toffoli ser o relator da ação do governo sobre o reembolso das vítimas não significa que ele deve realizar investigações criminais.
Toffoli foi quem pediu a PGR para brotar em 10 de junho sobre a realização do processo. O escritório do promotor foi demonstrado na semana passada 18.
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Em junho, o ministro Dias Toffoli pediu à polícia federalista que enviasse todas as investigações em curso para o país relacionadas aos descontos associativos aplicados sem autorização a aposentados e aposentados.
Segundo seus consultores, a principal preocupação era evitar discordâncias nas decisões judiciais entre diferentes municípios, pois os processos lidam com o mesmo tema meão.
Embora uma ordem formal não tenha sido emitida para suspender os resultados, na prática, muitos deles foram interrompidos.
Os magistrados dos casos inferiores começaram a agir com cautela, temendo que qualquer evidência tenha sido invalidada por razões de jurisdição jurisdicional.
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