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Moraes determina o monitoramento de Bolsonaro “sem exposição”; entender

Moraes determina o monitoramento de Bolsonaro "sem exposição"; entender

Moraes determina o monitoramento de Bolsonaro “sem exposição”; entender

Em uma decisão emitida na terça -feira (16), Alexandre de Moraes, ministro da Suprema Golpe (STF), determinou que a residência do ex -presidente Jair Bolsonaro (PL) reforçou a vigilância. A medida, no entanto, estabelece que a polícia deve evitar “exposição inadequada”.

“O monitoramento pelo equipamento da polícia criminal do província federalista deve evitar exposição inadequada, evitar -se de qualquer indiscrição, incluindo a mídia, sem adotar medidas intrusivas da esfera da mansão do indiciado ou mudar a vizinhança; se o uso de armamentos uniformes e respectivos necessários para executar a ordem ou não”.O ministro supremo escreveu.

Moraes impôs que a polícia criminal do província federalista monitorasse completamente o ex -presidente, que se encontra com prisão em mansão em sua residência em Brasília. Moraes também requer “manutenção e verificação jacente do sistema de monitoramento eletrônico”.

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto e está sob o uso de um tornozelo eletrônico. O ex -presidente é proibido de usar o telefone celular e receber visitas sem autorização judicial, com exceção de advogados e familiares.

A decisão continua depois uma solicitação da PF (polícia federalista) e do líder do PT na Câmara, vice -Lindbergh Farias (RJ). Ambos consideraram uma possibilidade de fuga e refúgio na embaixada dos Estados Unidos. Bolsonaro é um réu em procedimentos criminais que investiga uma tentativa de golpe no país em 2022 depois as eleições.

A embaixada, que fica a respeito de 10 minutos da mansão do ex -presidente, é considerada uma extensão do território dos EUA. Portanto, decisões judiciais brasileiras ou eventuais ordens de prisão contra Bolsonaro não puderam ser cumpridas no lugar sem autorização do governo dos Estados Unidos.

Bolsonaro já está proibido de abordar a sede da embaixada e consulados estrangeiros, além de manter contato com embaixadores ou autoridades estrangeiras.

Ainda na decisão, Moraes cita uma epístola capturada pelo PF no telefone celular do ex -presidente endereçado a Javier Milei, superintendente do executivo prateado. O documento seria um aplicativo de asilo. A resguardo nega as acusações.

Exposição à rede
O ex -presidente Jair Bolsonaro recebeu seu telefone celular e começou a morar em prisão domiciliar depois que Moraes entendeu que ele desobedeceu às medidas de sobreaviso impostas por ele.

Eles incluiriam o uso de redes sociais por terceiros. Segundo Moraes, Bolsonaro preparou “material pré -fabricado” com o objetivo de ser divulgado por seus aliados em redes sociais durante as manifestações, com a clara intenção de incentivar ataques contra a Suprema Golpe e concordar a idéia de mediação estrangeira no judiciário brasílico.

Naquela estação, o ex -diretor executivo, que já estava impedido de usar as redes, apareceu em uma videochamada durante uma prova de seus seguidores, além de gravar uma mensagem. A mensagem foi compartilhada em redes sociais por seu rebento, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e foi eliminado logo depois.

“O réu reiterou o comportamento ilícito de uma maneira mais severa e acinera”Moraes escreveu, justificando a imposição de prisão domiciliar com um tornozelo eletrônico e a expansão das restrições.

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