Carregando agora

Motta bloqueia a cassação e PL quer modificar as regras para salvar o procuração de Eduardo Bolsonaro

Motta bloqueia a cassação e PL quer alterar as regras para salvar o mandato de Eduardo Bolsonaro

Motta bloqueia a cassação e PL quer modificar as regras para salvar o procuração de Eduardo Bolsonaro

O progresso do pedido de cassação contra o deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) está sendo proibido na Câmara dos Deputados pelo Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicons-PB). De conciliação com as fontes do Congresso e os interlocutores próximos à presidência, a incerteza de Motta se deve ao temor de que a medida forneça sanções do governo dos Estados Unidos contra os parlamentares brasileiros, enquanto o deputado atualmente licencia enfrenta um horizonte político incerto e o risco de inesificação.

O PT solicitou o processo de cassação com base no desempenho de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, onde criticou o Supremo Tribunal Federalista (STF) e defendeu represálias internacionais contra as autoridades brasileiras. Para que o processo tenha um progresso, é necessário o envio do Parecer de Governo, comandado por Hugo Motta, que não continuou o tópico até agora. Os interlocutores afirmam que o prefeito considera que “não é hora de” fabricar novas tensões, mormente por temor de que a medida gere dificuldades diplomáticas, porquê restrições de viagem para os parlamentares.

A encruzilhada lícito e o risco de indeciência
A situação de Eduardo Bolsonaro é complexa e implica perdas financeiras significativas. Se ele perder o procuração, o deputado não receberá mais um salário mensal de R $ 46.366,19, muito porquê benefícios porquê a quota parlamentar de R $ 42.837,33, subvenção habitacional de R $ 4.148,80 e reembolsos médicos que podem atingir R $ 135,400. Também perderá o verba de R $ 133.200 por mês para os consultores e a possibilidade de indicar R $ 37,8 milhões anualmente em emendas orçamentárias.

Além dos valores, o procuração garante isenção parlamentar para opiniões e votos, um fórum privilegiado, que exclusivamente a Suprema Namoro dos crimes cometidos durante o procuração e o requisito de autorização da Câmara para a prisão final, exceto no caso de crimes flagrantes.

De conciliação com o jurista Marlon Reis, co -autor da Lei de Registro Limpo, o deputado enfrenta um dilema com poucas saídas favoráveis. Em uma entrevista à UOL News, Reis explicou que qualquer repúdio para evitar a cassação levaria à indenização imediata. “A lei de registro limpo estabelece os parlamentares sujeitos a pedidos de pesquisa, o que pode levar à cassação … já é uma sensibilidade ao restante do procuração, que termina em fevereiro de 2027 e por oito anos, em caso de deposição”. detalhado. Ou por outra, o período de isenção seria estendido até 2035.

A mesma consequência aconteceria se eu perdesse seu procuração devido à privação. A licença de 120 dias do parlamentar terminou e, se perder um terço das sessões deliberativas, é franco um processo de deposição, o que também o faria não elegível até 2035. “Não há porquê você ter que treinar seu procuração dos Estados Unidos”, Reis disse, que também vê espaço para ações populares. “Uma ação popular é totalmente apropriada para solicitar a ordem judicial da recepção de seus subsídios e de algumas ou todas as suas prerrogativas parlamentares”. O legisperito concluiu.

Estratégias para salvar o procuração
Oferecido o ponto morto, os aliados de Eduardo Bolsonaro no Congresso se mobilizam para mudar as regras internas da câmara. O líder do PL, vice-Sustanes Cavalcante (PL-RJ), apresentou um projeto de solução que permite a extensão da licença não paga por mais 120 dias, para um totalidade de 240 dias de eliminação por sessão legislativa. Em justificação, Bras argumenta que a medida procura prometer “isenção” entre parlamentares e outros funcionários.

Outra proposta, pelo deputado Svair de Melo (PP-ES), apresentada em junho, com o objetivo de permitir o manobra do procuração do exterior, mas o texto não avançou. O próprio Eduardo Bolsonaro, em uma transmissão ao vivo, disse que não renunciará e acredita que é capaz de “assumir seu procuração” por pelo menos mais três meses.

A ofensiva da oposição contra o STF
A situação de Eduardo Bolsonaro ocorre no meio de um aumento nas tensões entre a oposição e a Suprema Namoro federalista. A crise se intensificou depois que o ministro Alexandre de Moraes impõe medidas de prevenção ao ex -presidente Jair Bolsonaro, porquê o uso de uma tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com seu rebento Eduardo. As medidas foram aplicadas sob investigação que investiga o desempenho do deputado nos Estados Unidos por suposta coerção, obstrução da justiça e a tentativa de violar o governo da lei democrática.

Em resposta, a oposição, em uma reunião com Jair Bolsonaro, definiu uma estratégia de enfrentamento. O líder Cavalcante anunciou que o grupo pressionará o voto do PEC que extinguirá o fórum privilegiado de crimes e anistias comuns aos eventos de 8 de janeiro de 2023. No Senado, o compromisso é terebrar um processo de julgamento contra o ministro Alexandre de Moraes.

Para coordenar as ações, foram criadas três comissões parlamentares: uma notícia, dirigida por Gustavo Gayer (PL-G); uma de mobilização no Congresso, sob o comando de Cabo Gilberto (PL-PB); e uma das mobilização vernáculo, com Zé Trovão (PL-SC) e Rodolfo Nogueira (PL-MS). “A agenda única da oposição será a votação imediata da delação do ministro Alexandre de Moraes”, disse o senador Damares Alves (republicanos-DF) em uma entrevista coletiva.

nascente da materia

Share this content:

Publicar comentário