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Motta diz que não tem clima dentro da câmera para ‘anistia ampla, universal e irrestrita’

Motta diz que não tem clima dentro da câmera para 'anistia ampla, geral e irrestrita'

Motta diz que não tem clima dentro da câmera para ‘anistia ampla, universal e irrestrita’

O Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicons-PB), disse em entrevista à Globonews na quinta-feira (14) que ele não vê na Câmara um envolvente para a anistia “ampla, universal e sem restrições”, pois defendeu os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (pl).

Na semana passada, os aliados do ex -presidente ocuparam o plenário da Câmara e o Senado, na tentativa de promover a aprovação de um pacote de medidas, que incluiu uma anistia para todos os envolvidos em atos não -democráticos de 8 de janeiro.

Depois as negociações, o movimento fechou. Os líderes da oposição, no entanto, argumentaram que a agenda de anistia continua sendo uma prioridade.

“Um projeto facilitar começou a ser discutido no semestre pretérito, o que não seria uma anistia ampla, universal e irrestrita. Não vejo um envolvente dentro de morada, portanto, por exemplo, à anistia que planejava matar pessoas, não acho que exista esse envolvente dentro da morada”.Motta disse em uma entrevista.

De conciliação com o vice, há uma preocupação com os participantes das invasões da sede dos três poderes que receberam altas sanções, que poderiam se beneficiar de uma revisão e progresso para regimes mais leves.

“Há uma preocupação, sim, com pessoas que não desempenharam um papel meão, que, devido às penas cumulativas, acabaram recebendo altas sanções. Há uma certa sensibilidade a essas pessoas que poderiam em uma revisão do poder, de certa forma, para receber, talvez uma progressão e ir a um regime de varão suave, além de um regime fechado”.contínuo.

Na opinião de Motta, um projeto recíproco que não é uma anistia pode ter um “envolvente melhor”, entre a oposição e a base dominante corresponde. “Isso é o que eu acho que é o sentimento da morada”esses.

O prefeito também reiterou a possibilidade de retomar as discussões sobre esse projeto recíproco com o Presidente da República, Luiz Inacio Lula da Silva e com representantes da Suprema Incisão (STF).

“Ninguém quer fazer zero na tranquilidade da noite, decorrer. O que aconteceu em 8 de janeiro foi muito sério e isso deve ser gravado para que, uma vez que aconteceu na semana passada, no plenário da morada, esses episódios não são repetidos novamente”.apontou.

Eduardo Bolsonaro Caso
Motta também foi questionada sobre a situação do vice-Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que solicitou sua permissão de procuração para morar nos Estados Unidos em março.

O período planejado para a licença foi fechado e o parlamentar diz que não pretende retornar ao país. Mas ele diz que não pretende desistir de seu procuração.

Motta, no entanto, disse que demonstrou “discordar” da atitude de Eduardo de permanecer nos Estados Unidos e tutorar as sanções do governo dos Estados Unidos para o Brasil.

“Quando uma ação é executada contra o país que prejudica as empresas e a economia, ela não parece razoável … realmente temos uma discordância completa”.Ele reiterou.

Segundo ele, existe por recta próprio e o partido de Eduardo, o PL, “muitas atitudes do deputado de Bolsonaro que não são apoiadas por si mesmas, porque são problemas indesejáveis”.

O prefeito também reiterou que os interesses pessoais não podem ser colocados “supra do interesse do país”.

“Isso é alguma coisa que não podemos permitir. Quero registrar nossa completa discordância com essas atitudes, porque acho que são atitudes que trazem danos consideráveis às pessoas, empresas e a economia do país que não devem estar em discussão”..

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