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O “coração financeiro” dos objetivos do governo do transgressão e detalha a novidade estratégia

O "coração financeiro" dos objetivos do governo do crime e detalha a nova estratégia

O “coração financeiro” dos objetivos do governo do transgressão e detalha a novidade estratégia

Os Ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski e Herdade, Fernando Haddad, detalharam na quinta -feira (28) a novidade estratégia do governo federalista para se concentrar na decapitalização das organizações criminais uma vez que o método mais eficiente para combater o transgressão. As declarações foram feitas depois o surto de três operações simultâneas que investigaram um esquema de lavagem de verba de vários milhões de dólares. No entanto, a disseminação dos resultados foi marcada por uma disputa política entre o governo do Presidente Lula (PT) e a gestão do governador de Tarcísio de Freitas (republicanos) em São Paulo pelos méritos das ações.

Em uma entrevista ao programa a Voz do Brasil, Lewandowski explicou que a sofisticação do transgressão, que emigrou da ilegalidade para as empresas formais, exigia uma novidade abordagem estadual. “O transgressão é sofisticado e o estado tem que tolerar sua ação contra o transgressão”. O ministro das Finanças, Fernando Haddad, disse, em outra frente, complementando a opinião do governo. “Se você tem uma pessoa, mas o verba está disponível para o transgressão, essa pessoa presa será substituída por outra”. Haddad disse, observando que a ação foi réplica por “Ser capaz de entender as escadas.”

‘Delito de afogamento financeiramente’
Na entrevista, Ricardo Lewandowski detalhou o planejamento que levou a operações. Segundo ele, o governo percebeu que os instrumentos tradicionais de repressão policial não eram mais suficientes para enfrentar a complicação do transgressão organizado, o que hoje implica em estudo financeira, contábil e tributária.

Para isso, um meio para combater o transgressão organizado foi criado em 17 de janeiro no Ministério da Justiça e Segurança Pública. O ministro revelou que uma reunião decisiva ocorreu em 5 de fevereiro de 2025, com a participação de várias agências, uma vez que a polícia federalista, a polícia federalista da estrada, a renda federalista, a CoAF e o Ministério das Minas e Robustez, para se concentrar em se infiltrar características no setor de combustíveis.

“Entendemos que a participação, principalmente do IRS, era muito importante. Portanto descobrimos que esse verba ganhou com atividades ilegais no setor de combustível foi lavado, esse verba foi lavado através de fintechs e através de gestores de fundos financeiros”. declarou Lewandowski.

O ministro enfatizou que o principal objetivo é a asfixia financeira dos grupos. “Hoje, a principal preocupação que as agências de segurança têm é com a decapitalização do transgressão organizado. O transgressão organizado deve ser financeiramente sufocado e oriente foi um exemplo de operação, ou várias operações, muito -sucedidas nesse sentido”.

Quando perguntado sobre o escopo da ação, Lewandowski disse que, até agora, a “suposição responsável por essa lavagem de verba” foi identificada, uma vez que gerentes e proprietários de fintechs e gestores de fundos.. “Descobrimos a ponta deste iceberg e agora descobriremos a base, que está na base. Já conseguimos identificar mais de milénio estações de serviço envolvidas nesse esquema”. explicado. O material apreendido em mais de 400 ordens de procura e mortificação agora será analisado para obter possíveis novos desenvolvimentos e prisões.

Disputa para capital político
Enquanto os ministros detalhavam a estratégia em Brasília, ocorreu uma disputa narrativa entre o Palácio Planalto e o governo de São Paulo. A decisão de Lula de “aumentar” a disseminação das ações ocorreu depois saber que o Secretário de Segurança Pública de Tarcisio, Guilherme Derrite (PP), participaria da conferência de prelo sobre a operação principal do dia, o carbono escondido em São Paulo.

A presença de Derrite, convidada pelo escritório do promotor público de São Paulo (MP-SP), incomodou o governo federalista. Duas entrevistas coletivas estavam programadas para o mesmo tempo, às 11 horas, uma em Brasília e outra na capital do estado, destacando a disputa daqueles que capitalizariam politicamente os resultados.

As fontes do governo federalista viram a participação do Secretário uma vez que uma tentativa de aproveitar a questão, enquanto os aliados do governador de São Paulo argumentaram que a presença de Derrite é rotineira, já que a polícia militar cumpre as ordens judiciais e acusou o platô de tentar se apropriar de outros.

A subdivisão ficou clara nas redes sociais. O Presidente Lula e os canais oficiais do governo embalaram as três operações uma vez que uma ação única, principalmente a polícia federalista. Tarcisio, por sua vez, lançou um vídeo elogiando o trabalho da GAECO, MP-SP.

Ele procurou, Derrite declarou em enviado que foi convidado pelo MP-SP e que o coletivo teve uma vez que objetivo apresentar os dados de trabalho. O Ministério da Informação Social da Presidência (Secom) negou que a entrevista em Brasília fosse uma reação, afirmando que a abordagem do governo “é a cooperação federativa”.

Estabilidade de operações
As ações, chamadas quasar, tanque e carbono oculto, foram realizadas de maneira integrada pelos ministérios da justiça e finanças, IRS e outros órgãos. Eles revelaram um esquema bilionário para lavagem de verba e evasão fiscal que usava estações de serviço, uma vez que bancos paralelos e fundos de investimento fraudulento para esconder e movimentar o verba do transgressão.

Segundo Lewandowski, as operações identificaram R $ 140 bilhões em movimentos ilícitos e alcançaram o bloqueio e o seqüestro de mais de R $ 3,2 bilhões em bens e valores.

O estabilidade inclui:
. 14 ordens de prisão.
. Coro de 192 propriedades, incluindo seis fazendas de US $ 31 milhões e uma lar de US $ 13 milhões.
. Queda de 141 veículos e seqüestro judicial de outros 1.500.
. Conjunto de 21 fundos de investimento.
. Queda de mais de R $ 300 milénio em espécie.

O IRS, em enviado, culpou as campanhas de desinformação contra o PIX em janeiro pelo detença na implementação de medidas que poderiam ter fechado as violações usadas pelos criminosos.

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