O governo compra os Estados Unidos perecíveis e vê um impacto mínimo no trabalho nos empregos
O governo federalista anunciou que comprará produtos perecíveis, porquê frutas, peixes e mesocarpo para evitar perdas no setor produtivo. As informações foram confirmadas na noite de quarta -feira (20) pelo ministro do Desenvolvimento Agrário e Lavradio da Família, Paulo Teixeira. Ao mesmo tempo, o Ministro do Trabalho e Ofício, Luiz Oceânico, avaliou quinta -feira (21) que o impacto das tarifas dos EUA no mercado de trabalho brasílico será “pequeno”, com uma perda máxima de 320 milénio vagas no pior cenário projetado.
Os anúncios indicam uma estratégia para mitigar barreiras comerciais externas usando compras públicas para fortalecer o mercado doméstico e proteger empregos. A comida comprada será destinada a programas porquê o almoço escolar, a comida das forças armadas, hospitais e restaurantes universitários.
Compras para programas públicos
Segundo o ministro Paulo Teixeira, em uma entrevista ao Voz do Brasil, a medida visa chupar produtos porquê mel, açaí, uvas e peixes, que são mais perecíveis e teriam dificuldade em ser redirecionado para outros mercados. “O governo incluirá em todos os seus avisos públicos de compra pública a compra para que não haja perda de comida”. reservado.
Ele explicou que a ação protegerá os empreendedores diretos e toda a enxovia de produção associada. O pagamento aos produtores será fundamentado nos valores praticados no mercado pátrio. “Certamente, o governo não tem porquê remunerar o preço em dólares, que é o preço da exportação. Mas o governo pode remunerar o preço interno do mercado”. Teixeira disse.
A iniciativa também procurará estimular estados e municípios a comprar esses artigos. “O governo incentivará estados e municípios a comprar esses produtos por meio de programas de vitualhas para escolas públicas”. Disse o ministro, que apontou que isso representará um suprimento de vitualhas de melhor qualidade.
Produtos porquê nozes e moca, segundo ele, são mais fáceis de encontrar outros compradores internacionais. “O mesmo vale para o moca. Não há moca no mundo de hoje, em nenhum lugar, para substituir o resultado brasílico”. argumentou. A mesocarpo, por outro lado, pode ser armazenada e congelada para redirecionar.
Impacto no mercado de trabalho
Durante o programa do Good Morning, o ministro, superintendente da carteira trabalhista e de serviço, Luiz Oceânico, apresentou uma avaliação das consequências de uma “taxa” do governo dos Estados Unidos contra produtos brasileiros. Com base em uma pesquisa realizada pelo Banco Pátrio de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as vagas seriam no sumo 320.000 em um universo de 48 milhões de empregos.
“Sejamos realistas: não seria o sinistro totalidade,” Oceânico disse, classificando isso porquê o cenário “Caso absolutamente tudo dá falso”.
Ele também declarou que poucas empresas brasileiras deveriam transferir suas linhas de montagem para os Estados Unidos, um dos objetivos da medida protecionista dos Estados Unidos. Por esse motivo, os efeitos negativos no mercado de trabalho no país seriam pequenos. “Eu não vejo um grande movimento nesse sentido”, comentou.
Mercados alternativos e setores afetados
Luiz Oceânico informou que os empresários brasileiros já encontraram compradores substitutos para drenar a produção anteriormente destinada aos Estados Unidos. “O empresário precisa olhar para o mercado; um mercado secundário ou outro comprador. Pode ser que o outro país não queira remunerar o mesmo preço pago pelos americanos. Mas é frequentemente preferível ter o menor resultado do que ter uma perda”. Adicionado.
O ministro reconheceu que alguns setores serão mais afetados, principalmente aqueles que produzem essencialmente para o mercado dos EUA e disse que receberão atenção privativo.
“Com as medidas e iniciativas que o governo está tomando e com o diálogo com a comunidade empresarial brasileira, podemos subscrever esse processo. E o Brasil será mais poderoso em seguida esse processo”. complementado.
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