O governo do estado estabelece um projecto de isenção racial
O governador Renato Casagrande assinou na terça-feira (27), o decreto estabelecido pelo Projecto Estadual de Justiça Racial de Espírito Santo (Plaesper/ES) 2025-2035.
A cerimônia foi realizada no Palácio Anchieta e frequentou representantes do Juízo de Estado para a promoção da paridade racial (CEPIR) e movimentos sociais.
O projecto é o resultado de uma construção coletiva. Coordenado pelo Secretariado dos Direitos Humanos (SedH), através da gestão de políticas para a promoção da paridade racial (GEPIR), uma percentagem foi instituída com a participação de representantes da sociedade social e do poder público para preparar o documento. A proposta foi apresentada à Companhia em uma audiência pública, quando o Juízo de Estado coletou novas sugestões e, posteriormente, legalizado.
O documento está em conformidade com a certeza dos movimentos sociais e visa instituir políticas públicas para promover a isenção racial no estado, concentrando-se no combate ao racismo estrutural, promovendo oportunidades iguais e garantindo todo o manobra de direitos fundamentais para todas as pessoas, independentemente de sua origem étnica-racial.
“O Projecto de Justiça Racial terá um procuração de 10 anos. O Juízo de Estado precisa funcionar, escoltar e manter os movimentos a serem implementados. Um projecto não é uma tarefa exclusiva do governo do estado. Possui tarefas do Legislativo, os municípios, os outros poderes e o governo federalista. Portanto, é um projecto que articula em vários níveis de poder público e também muito”.O governador Casagrande disse.
O Secretário de Estado dos Direitos Humanos, Nara Burgo, destaca a relevância do projecto.
“O projecto é um documento de consultor de políticas públicas prestes em conjunto com o Juízo de Estado para paridade racial, movimentos sociais e legalizado pelo governo do estado, fortalecendo as políticas da isenção racial e o confronto de todas as formas de racismo”.esses.
Diretrizes
O documento possui 14 eixos temáticos e 244 diretrizes que lidam com segurança pública, ensino, saúde, povos e matriz tradicional e terreiros africanos, cultura, juventude, meio envolvente, mulher, segurança nutrir, chegada a terras e casas, gestão participativa, mídia, infraestrutura e trabalho.
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