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O STF publica uma mensagem sobre o golpe de 1964: “Lembre -se de não repetir”

O STF publica uma mensagem sobre o golpe de 1964: "Lembre -se de não repetir"

O STF publica uma mensagem sobre o golpe de 1964: “Lembre -se de não repetir”

O Supremo Tribunal Federalista (STF) publicou na segunda -feira (31) em seus perfis oficiais nas redes sociais, uma mensagem alusiva para o golpe militar de 1964, que deve ser lembrado “para que nunca seja repetido”, diz o texto.

O golpe conjugal de 1964, que completa 61 anos na segunda -feira, marcou o início de uma ditadura comandada pelos generais no Brasil que durou 21 anos, durante os quais as eleições diretas foram suspensas e a liberdade de sentença e a oposição política restrita foram suspensas.

“61 anos detrás, os direitos fundamentais foram cometidos no Brasil: foi o primícias da ditadura militar, que durou 21 anos. A redemocratização veio com a participação popular e uma assembléia constituinte, que preparou a constituição federalista de 1988: a maior lei, o recta de votar, a separação de poderes, princípios e diretrizes para registrar o governo da Lei Democrata”.Lembre -se da publicação do Supremo.

A publicação, publicada no Instagram, X e as redes do Facebook, conclui indicando a valia de falar sobre a data: “Lembre -se de que nunca se repete. Hoje e sempre, celebra a democracia e a constituição do cidadão”. A publicação também celebra a democracia uma vez que “sempre a melhor maneira”.

No ano pretérito, o próprio Supremo achou inconstitucional usar moeda público para comemorar o golpe militar de 1964. O entendimento que prevaleceu foi que o sistema democrático estabelecido com a Constituição de 1988 não inclui a procura para “legitimar o regime militar”, uma vez que escreveu o ministro Gilmar Mendes na quadra.

A mensagem publicada pela Suprema Galanteio coincide com a lisura da primeira ação criminal da redemocratização para colocar um ex-presidente no Bolsonaro dos Réus-Jair e sete aliados informados pelo Gabinete do Procurador-Universal (PGR) por tentar, sem sucesso, um golpe de golpe. O projecto teria sido implementado entre 2021 e 2023.

No mês pretérito, o Supremo também decidiu, por unanimidade, que ele revisará sua compreensão da lei de anistia, sancionada em 1979 pelo general João Baptista Figueiredo, o último ditador do regime militar.

Os ministros do Tribunal devem discutir se a anistia ampla e sem restrições, conforme determinado pela lei, se aplica a casos de crimes contínuos, uma vez que o seqüestro e a ocultação do corpo.

A reabertura da discussão sobre a lei de anistia foi realizada nos recursos com os quais eles lidam com os guerrilheiros de Araguaia, o maior movimento armado de resistência rústico ao regime militar e ao deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado e morto por agentes de ditadura.

Presidente Lula
Presidente Luiz Inacio da Silva declarou que “Hoje é o dia de lembrar a valia da democracia, dos direitos humanos e da soberania das pessoas para escolher seus líderes em pesquisas e rastrear seu porvir”. Ele também destacou “Ameaças autoritárias que infelizmente ainda insistem em sobreviver”.

Para o presidente “Não há saída da democracia para que o Brasil seja um país mais justo e menos desigual”. Ele também disse que não há “Desenvolvimento inclusivo” sem a vontade da maioria ouviu e respeitou.

Lula evitou referir a vocábulo “ditadura”. Em vez disso, ele valorizou o termo “democracia” meu “democrático” Ele citou três em três parágrafos publicados em redes sociais. O governo também preferia evitar qualquer ato solene, lembrando os 61 anos do golpe. Para o presidente, é necessário “Vire a página”Concentrando a atenção nas ameaças atuais à democracia, uma vez que a tentativa de bolso em 8 de janeiro de 2023, no meio do julgamento do ex -presidente Jair Bolsonaro, disse ele uma vez que líder da trama. Outrossim, a intenção também é evitar os Raxics com os militares.

“Nosso povo, com muita luta, excedeu os períodos sombrios de sua história. 40 anos detrás, vivíamos em um regime democrático e de liberdade, que se tornou ainda mais potente e mais vivo com a Constituição Federalista de 1988. Esta é uma trajetória que, tenho certeza, continuaremos a seguir.O presidente concluiu.

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