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O STF retoma as sessões em seguida o recesso e tutelar as moras

O STF retoma as sessões após o recesso e defender as moras

O STF retoma as sessões em seguida o recesso e tutelar as moras

A Suprema Golpe federalista (STF) é retomada, nesta sexta -feira (1º), às 10 horas, as sessões do plenário do Tribunal em seguida o recesso de julho.

A sessão será marcada pelo primeiro pronunciamento conjunto dos ministros depois que o governo do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou sanções financeiras contra os Moraes, com base na lei de magnitisky, um padrão dos Estados Unidos que estabelece a emprego de restrições ao violador de direitos humanos.

Além do próprio Moraes, o presidente do tribunal, Luis Roberto Barroso, e o reitor, Gilmar Mendes devem comentar.

Há também uma expectativa sobre a posição de ministros de Marques de Nunes, André Mendonça e Luiz Fux. No início deste mês, eles escaparam da primeira sanção aplicada pelo governo Trump, que determinou a suspensão das opiniões dos ministros do STF, e não demonstrou publicamente solidariedade com seus colegas.

Impacto
Apesar do grande impacto, a emprego de sanções financeiras contra Alexandre de Moraes não deve ter o impacto esperado pelo governo de Trump e pelos aliados do ex -presidente Jair Bolsonaro.

Moraes não tem ativos ou contas na sede daquele país. O ministro não tem o hábito de viajar para os Estados Unidos.

O padrão dos EUA fornece o bloqueio de contas bancárias, ativos e investimentos financeiros nos Estados Unidos, a proibição de transações dos EUA com pessoas sancionadas, muito porquê o impedimento da ingressão no país.

A emprego da lei de Magnitsky é a segunda sanção aplicada contra Alexandre de Moraes pelo presidente Trump. Em 18 de julho, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos do ministro, seus membros da família e os “aliados no tribunal”.

O proclamação foi feito depois que Moraes abriu uma investigação para investigar o deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP), fruto do ex-presidente, por atuar com o governo dos Estados Unidos para promover medidas de represálias contra o governo brasiliano e os ministros do Supremo e tentar bloquear o progresso da ação criminal na trama do golpe.

Em março deste ano, Eduardo solicitou uma licença de procuração parlamentar e mudou -se para os Estados Unidos para perseguição política. A licença terminou 20.

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