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Olimpíadas de Inverno: Brasileiros alcançam o melhor resultado da história no esqui cross-country

Olimpíadas de Inverno: Brasileiros alcançam o melhor resultado da história no esqui cross-country

Olimpíadas de Inverno: Brasileiros alcançam o melhor resultado da história no esqui cross-country

Nesta quarta-feira (18), as esquiadoras Bruna Moura e Eduarda Ribera registraram o melhor desempenho da história do Brasil no esqui cross-country por equipes femininas durante os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortinado 2026, na Itália. Competindo no estádio de esqui cross-country Tesero, a dupla terminou o trajectória em 7m37s26 e ficou em 21º lugar universal. Apesar do clima inédito para o país, os atletas ficaram a 22,95 segundos da zona de classificação, pois unicamente as 15 melhores duplas avançaram para a final da modalidade.

O concurso exigia que cada membro completasse uma volta na pista. Eduarda Ribera, incluída na categoria pódio do Programa Bolsa Desportista do Ministério do Esporte, completou sua jornada em 3min55s66. Em seguida, Bruna Moura marcou 3min41s60, somando o tempo combinado que garantiu a posição histórica.

Sobre o resultado, Eduarda Ribera destacou a relevância da marca: “Estou orgulhoso do desempenho e muito feliz por simbolizar mais uma vez o Brasil nos Jogos Olímpicos, e também na prova de hoje, foi a melhor do Brasil em duplas.” A sócia Bruna Moura complementou a avaliação do nível da prova: “O 21º lugar é uma magnífico colocação, a melhor que o Brasil já teve no revezamento. É difícil, mas jocoso. Estou feliz por termos feito um bom tempo na corrida”.

Estreia e experiência no esqui alpino
Em mais uma prova dos Jogos, realizada na encosta do Tofane, em Cortinado D’Ampezzo, a esquiadora Alice Padilha estreou no esqui alpino. Aos 18 anos e o mais jovem integrante do Time Brasil na competição, o desportista foi o 87º a largar entre os 95 competidores inscritos. Uma lapso ao passar pelo quarto portão obrigou a brasileira a largar o trajectória na primeira descida, impedindo-a de participar da segunda lanço da prova.

A presença de Alice Padilha marca o retorno de uma brasileira às corridas de esqui alpino posteriormente um hiato de 12 anos. A última representante do país foi Maya Harrisson, que disputou as edições de Sochi 2014 e Vancouver 2010.

Mesmo fora da disputa por medalhas, Alice Padilha valorizou a participação olímpica porquê lanço fundamental do desenvolvimento esportivo. “Foi incrível estar cá. Poder treinar com atletas de cocuruto nível e ver o que eles estão fazendo e o que eu estou fazendo. declarou o desportista.

A jovem esquiadora também planejou continuar seu trabalho esportivo até o final do ano.: “Posso aprender muito daqui física e mentalmente. Olhando para frente e sendo mais intuitivo. Logo vou continuar treinando para melhorar meu esqui. Acho que é a única coisa que importa: passar de um nível para o outro. Só porque as Olimpíadas estão terminando não significa que minha temporada acabou.”

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