P. Diddy costumava mostrar vídeos de J-Lo em encontros
Em entrevista ao jornal inglês “Daily Mail”, em meio às acusações e ao próximo julgamento de Sean ‘P. Diddy’ Combs, a ex-modelo da Playboy Rachel Kennedy, afirmou que conheceu o rapper em um clube de topless em Tóquio, no Japão, em 2000, onde trabalhava uma vez que dançarina e quando a cantora ainda era namorado de Jennifer Lopez (1999 a 2001).
Jennifer Lopez se irrita com perguntas sobre P. Diddy
Ela contou alguns detalhes desse encontro, alegando que Combs a convidou para uma sarau em seu quarto de hotel com outras garotas, e as fez testemunhar a vídeos de J-Lo durante todo o tempo em que estiveram com ele.
“Antes mesmo de passar pela porta da frente, percebi que era só ele (na sarau)”, lembrou Kennedy. “Pensei: ‘Isto não é uma sarau’. Leste não é o tipo de sarau que todos esperávamos.’”
Quando Kennedy entrou na sala, Diddy colocou um dos videoclipes de Lopez em loop contínuo. Ela também teria falado ao telefone com o cantor durante a noite.
Uma novidade testemunha poderia complicar ainda mais o caso contra P. Diddy
sarau privada
“Foi um pouco estranho desenredar que estávamos assistindo aos vídeos dele”, disse Kennedy. “Achei um pouco terrificante, muito desrespeitoso, porque já estávamos no quarto dele e não teve sarau.”
Mais tarde naquela noite, Diddy supostamente instruiu Kennedy e seus amigos sobre o que ele gostaria que eles fizessem:
“Ele nos levou para o quarto e começou a nos despir… Ele mandou que fizéssemos sexo com ele. E nós simplesmente fizemos isso. Naquela quadra bebemos muito champanhe. E nós somente fizemos o que ele disse. Não foi forçado. Não há zero de forçado nisso. Ele somente disse: “Isso é o que eu quero”. E a outra pequena e eu começamos a agradá-lo assim.”
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Diddy foi indiciado por um grande júri em setembro, pouco antes de ser recluso sob a criminação de tráfico sexual, roubo, conspiração e transporte para a prostituição.
Uma criminação de 14 páginas, que citava uma vez que prova as festas selvagens do rapper chamadas “Freak-Offs”, alegou que Diddy supostamente “abusou, ameaçou e coagiu mulheres e outras pessoas ao seu volta” durante décadas.
O cantor se declarou simples das acusações antes que um juiz lhe negasse fiança em três tentativas distintas. Ele foi enviado ao Núcleo de Detenção Metropolitano do Brooklyn até seu julgamento, que está marcado para maio de 2025.
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