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‘Percebi que o rosto dele estava azul com uma marca’

1News Brasil

‘Percebi que o rosto dele estava azul com uma marca’

Uma mulher de 39 anos, residente em Reino Unificadomorreu asfixiado depois que seu pescoço ficou recluso na estrutura de um leito baú. O mecanismo que levantava o colchão, dando aproximação ao porta-malas, funcionava por meio de um pistão, que estava com defeito. Sem força para levantar manualmente a estrutura e com a cabeça presa, Helen Davey perdeu a vida.

Segundo o legista Jeremy Chipperfield, a vítima estava inclinada sobre a superfície de armazenamento do porta-malas quando os pistões pararam de funcionar, fazendo com que o colchão prendesse sua cabeça. A tragédia ocorreu em junho deste ano, mas só agora foi tornada pública.

A filha da vítima tentou reanimá-la

Segundo o jornal The Northern Echo, a vítima foi encontrada morta pela filha, chamada Elizabeth. A jovem tentou reanimá-la com uma massagem cardíaca, mas não teve sucesso ao perceber que a mãe não respirava mais.

“Suas pernas estavam dobradas uma vez que se ele estivesse tentando se levantar. Deixei desabar tudo o que estava segurando e tentei levantar a cabeceira da leito dele. Foi muito pesado (…). Notei que seu rosto estava azul com uma marca nítida no pescoço da moldura. Consegui afastá-la. “Tive susto de que ela estivesse morta porque não fez estrondo.”disse a filha da vítima, perante o Tribunal de Justiça, durante a audiência de instrução do caso.

Autoridades alertam sobre os perigos das camas-baú

As autoridades do Reino Unificado alertaram a população lugar sobre os riscos que as camas box representam para as pessoas. Na região, a estrutura é particularmente popular porque oferece espaço suplementar para vigiar diversos itens pessoais.

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