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PF indica que Jair e Eduardo Bolsonaro

PF indica que Jair e Eduardo Bolsonaro

PF indica que Jair e Eduardo Bolsonaro

A Polícia Federalista (PF) acusou, quarta-feira (20), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu rebento, vice federalista, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), sob a suspeita de obstruir o julgamento do enredo de golpes em curso no Supremo Tribunal (STF). O relatório final da investigação, que foi entregue ao tribunal na última sexta -feira (15), indica a existência de evidências de que ambos cometeram os crimes de coerção no curso do processo e tentaram a cessação do domínio da lei democrática.

A decisão da PF é o resultado de uma investigação que encontrou o desempenho de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, onde ele está desde março. De conformidade com a investigação, o parlamentar procurou recitar com o governo do ex -presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a emprego de medidas de retaliação contra o governo brasiliano e os ministros do Supremo. O pastor Silas Malafaia, um padroeiro de Bolsonaro, também é o objetivo da operação PF relacionado à pesquisa.

Fala nos Estados Unidos
A investigação contra Eduardo Bolsonaro começou em maio, a pedido do Procurador Universal (PGR), Paulo Gonet. A PGR argumentou que a conduta do vice no exterior deveria ser determinada através de crimes de coerção no curso do processo, a obstrução da investigação da organização criminosa e a violenta cessação do governo da lei democrática. Para o escritório do legisperito, a “tentativa de apresentar a operação da Suprema Incisão federalista à tamis de outro estado caracteriza um ataque à soberania pátrio”, um transgressão previsto no Código Penal.

Eduardo Bolsonaro solicitou uma licença de 122 dias de seu procuração em março e se mudou para os Estados Unidos, alegando tolerar perseguição política. Seu desempenho no país dos Estados Unidos, de conformidade com a PF, teve uma vez que objetivo incitar o governo lugar a adotar medidas contra o ministro Alexandre de Moraes, um destinatário do caso da trama de golpes para o STF.

Nos últimos meses, o governo dos Estados Unidos anunciou uma série de ações contra o Brasil e as autoridades, incluindo a emprego de uma taxa de 50% nas importações brasileiras, uma investigação mercantil contra o sistema de pagamento PX e sanções financeiras contra o ministro Moraes, fundamentado na lei de Magnitsky. Donald Trump e os membros de seu governo disseram que Bolsonaro é vítima de uma “caça às bruxas” e que Moraes age contra a liberdade de frase.

Nesse mesmo processo, o ex -presidente Jair Bolsonaro é investigado por supostamente enviar recursos através do PIX para remunerar a permanência de seu rebento no exterior durante o período em que ele procurou sanções para pressionar a justiça brasileira.

Julgamento do golpe
A denunciação de obstrução ocorre na véspera do julgamento da ação criminal do gráfico de golpe no Supremo, agendado para 2 de setembro. Neste julgamento, o ex -presidente Jair Bolsonaro estará no Banco dos Réus, Juntamente com os Sete Aliados, todos os que os líderes do PF e os líderes do Core 1 “do Core 1”, do que o PF e o Core 1 “, do PF, o que é o que é o resultado do que os líderes do Core 1”, do PF, o resultado do que o Core 1 “, do que os líderes do PF, o que é o que é o que é o que é o resultado do que os líderes do que os líderes do Core 1”, do que os líderes do que os líderes do que o Core 1 “, o que se tornou um dos líderes do que os líderes do que os líderes do que os líderes do que os líderes do que os líderes de Jair2. 2023.

Os réus que serão julgados em setembro são:

JAIR BOLSONARO: Ex -presidente da República.

Alexandre Ramagem: Ex -diretor da Filial de Lucidez Brasileira (ABIN).

Almir Garnier: Ex -comandante da Marinha.

Anderson Torres: Ex -Ministro da Justiça.

Augusto Heleno: Ex -Ministro do Escritório de Segurança Institucional (GSI).

Paulo Sérgio Nogueira: Ex -ministro da Resguardo.

Walter Braga Netto: Ex -ministro e vice -presidente candidato em 2022.

Mauro CID: Antigas ordens de Bolsonaro.

Eles respondem por crimes de organização criminosa armada, tentam a cessação violenta do governo da lei democrática, o golpe, os danos qualificados e a deterioração da legado citada.

O deputado federalista Alexandre Ramagem fez secção do caso suspenso por uma decisão da Câmara dos Deputados, referindo -se aos crimes que teriam ocorrido depois seu diploma. Ele, no entanto, continua a responder pelos crimes de golpe de estado, organização criminosa armada e tentou a cessação da regra da lei democrática.

Além do núcleo principal, três outros réus têm suas ações criminais nas acusações finais, e o julgamento deve ocorrer no final deste ano.

Conseqüências políticas
O desempenho de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos também gerou repercussões no Congresso. Sexta -feira passada (16), o prefeito, Hugo Motta (republicanos), se referiu ao comitê de moral da Câmara um pedido de revogar o procuração do vice. A medida foi tomada depois as representações apresentadas pelos partidos PT e PSOL.

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