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PF realiza operação contra funcionários do Tesouro por vazamento de dados de ministros do STF

PF realiza operação contra funcionários do Tesouro por vazamento de dados de ministros do STF

PF realiza operação contra funcionários do Tesouro por vazamento de dados de ministros do STF

A Polícia Federalista (PF) desencadeou uma operação de procura e mortificação contra quatro funcionários da Quinta Federalista suspeitos de acessar ilegalmente e vazar dados fiscais sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF) e seus familiares. A ação, realizada nesta terça-feira (17) por ordem do ministro Alexandre de Moraes na superfície de investigação de fake news, cumpriu mandados de prisão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, além de impor severas medidas cautelares aos investigados.

Segundo as investigações, os servidores teriam feito “diversos e múltiplos acessos ilícitos” aos sistemas do Tesouro, seguidos da transferência dessas informações a terceiros. Entre as medidas determinadas pelo STF estão a retirada imediata do serviço público, o confinamento domiciliar noturno, o cancelamento de passaportes, a proibição de transpor do país e o monitoramento por meio de tornozeleiras eletrônicas. Foi também ordenado o descumprimento do sigilo bancário, fiscal e telemático dos envolvidos.

Os objetivos da operação
O STF identificou os quatro servidores visados ​​pela operação: Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Promanação, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes. Segundo a investigação, Luiz Antônio Martins Nunes é funcionário do Serpro (empresa estadual de processamento de dados) lotado na Receita Federalista do Rio de Janeiro e já foi escopo de outra investigação da Receita Federalista e da PF por vazamento de dados. A detecção de sobreposição do mesmo servidor em ambos os casos acelerou o lançamento da operação.

A resguardo dos servidores não foi localizada no momento da redação desta reportagem. Os investigados deverão prestar prova à Polícia Federalista.

Vítimas e contexto das investigações
A auditoria solicitada pelo STF à Quinta Federalista em janeiro deste ano acompanhou os dados de tapume de 100 pessoas, incluindo os dez ministros do Tribunal, além de pais, filhos, irmãos e cônjuges.

Embora a lista completa não tenha sido publicada oficialmente, a investigação confirmou que a advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, teve seus dados acessados. O vazamento ocorre em meio a notícias sobre um contrato mensal de R$ 3,6 milhões entre o escritório de Viviane e o Banco Master, acordado pelo Banco Médio no ano pretérito.

Além da esposa de Moraes, também foram identificados acessos irregulares aos dados de Roberta Rangel, ex-mulher do ministro Dias Toffoli, e de Guiomar Feitosa, esposa do ministro Gilmar Mendes. O caso do Banco Master também atinge a família de Toffoli, por conta de uma empresa em um resort paranaense que tinha uma vez que sócio um fundo de investimentos vinculado à instituição financeira.

“Robô” de auditoria e receita
Em nota, a Quinta Federalista informou que detectou desvios no aproximação aos dados depois auditoria nos sistemas solicitada pela Justiça no dia 12 de janeiro. O órgão utilizou um “robô” para realizar o levantamento em 80 sistemas eletrônicos diferentes, permitindo identificar quem acessou as informações, o tempo de exibição e se os dados fiscais foram baixados ou impressos.

“A Receita Federalista do Brasil não tolera desvios, principalmente aqueles relacionados ao sigilo fiscal, pilar fundamental do sistema tributário”, a filial disse em um transmitido. A instituição destacou que seus sistemas são “totalmente rastreável” e que, desde 2023, concluiu sete processos disciplinares que resultaram em três demissões. Atualmente, outros dez processos administrativos estão em curso.

Reações de entidades de classe
A operação gerou reações das entidades representantes dos auditores. A Unafisco Vernáculo repudiou as medidas cautelares, qualificando-as uma vez que onerosas num contexto de estudo prévio.

“Sanções extremas exigem raciocínio sólido e espeque probatório consistente, principalmente quando ainda não há uma epílogo técnica definitiva”, declarou a associação em nota, acrescentando que os auditores não podem se tornar “bodes expiatórios em meio a crises institucionais”.

O Sindifisco Vernáculo também manifestou preocupação, argumentando que o aproximação motivado aos dados dos contribuintes faz segmento da rotina de trabalho dos auditores fiscais e não constitui, por si só, uma violação do sigilo.

Impacto político
A norma de Alexandre de Moraes em investigar o vazamento uma vez que segmento da investigação das fake news dividiu opiniões. Parlamentares da oposição criticaram a medida. O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) afirmou que o ministro “abriu investigação por conta própria para proteger interesses pessoais”. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) defendeu o combate aos vazamentos, mas alertou que a ação não deve servir uma vez que “cortinado de fumaça para esconder bens injustificados.”

Por outro lado, a base governamental apoiou a operação. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), elogiou a investigação e cobrou que Congresso e STF trabalhem juntos para coibir ilegalidades. No contextura do STF, embora haja espeque à resposta contra irregularidades, ministros entrevistados sob sigilo questionaram a transporte do caso dentro da investigação sobre fake news, sugerindo que deveria ter sido oportunidade uma investigação separada e distribuída gratuitamente.

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