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Posteriormente o aumento dos deputados de Lula Votos, a Câmara aprova R $ 30 bilhões para dívidas agrícolas

Após o aumento dos deputados de Lula Votos, a Câmara aprova R $ 30 bilhões para dívidas agrícolas

Posteriormente o aumento dos deputados de Lula Votos, a Câmara aprova R $ 30 bilhões para dívidas agrícolas

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta -feira (16), um projeto de lei que autoriza o uso de até R $ 30 bilhões do Fundo Social antes da PALT para refinar as dívidas do agronegócio com interesses subsidiados. A votação ocorreu no mesmo dia em que o Presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) vetou o aumento do salário para os deputados e o ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Golpe (STF), validou o aumento do IOF, dissemelhante da decisão anterior do Congresso.

A proposta foi aprovada por 346 votos a 93, no meio de uma sessão tumultuada e considerada o último semestre legislativo. No final da votação, os produtores rurais do Rio Grande do Sul comemoraram o resultado do plenário, juntamente com os parlamentares.

O projeto, que inicialmente forneceu suporte exclusivamente a pequenos produtores, foi estendido para permitir até US $ 30 bilhões do Fundo Social, um recurso de royalties de petróleo, agora talhado a áreas uma vez que ensino, saúde e habitação, usadas no refinanciamento de dívidas gerais no setor agrícola.

A sessão foi marcada por reações intensas dos deputados que interpretaram as medidas do executivo e do judiciário uma vez que falta de saudação pelo legislativo. Os parlamentares de diferentes partidos relataram que o voto da proposta era uma resposta política ao governo e à Suprema Golpe, embora já houvesse uma pressão anterior do banco ruralista para progredir com o texto.

O prefeito, Hugo Motta (republicanos-PB), até deixou o plenário para se reunir com o presidente do Senado David Alcolusta (Brasil-Ap Union) e depois confirmou aos líderes de Centrío e representantes do agronegócio que o objecto avançaria.

Durante a discussão, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), criticou severamente a Frente Parlamentar da Cultivação (FPA) e o parente da proposta, o vice-Afonso Hamm (PP-RS). Segundo Guimarães, houve um processo de negociação com o governo para buscar consenso sobre o texto, que foi interrompido com o voto repentino.

“O relacionamento urbano cá deve ser respeitoso, não pode ser assim, depois de não considerar zero, os acordos valem qualquer outra coisa dentro”. Guimarães disse no pódio.

O líder dominante também revelou que ele tentou convencer o presidente Lula a não vetar o reajuste dos deputados, mas foi superado nas negociações internas do Palácio do Planalto. Ele também criticou a inconsistência da Câmara, aprovando medidas que aumentam as despesas sindicais enquanto dão cortes no governo federalista.

“É uma liberdade universal para uma renegociação. (…) Isso não está correto, mormente para aqueles que falam muito sobre responsabilidade fiscal”. disse o deputado, que disse que sentiu “Democraticamente agredido” para a posição da FPA.

No final da votação, Guimarães reduziu o tom e justificou sua oposição ao texto por “Mau comportamento” do relator.

Além do projeto que libera recursos antes do sal ao agronegócio, a Câmara também aprovou outra proposta que altera os valores do fundo de garantia, destinados a agricultores afetados por eventos climáticos extremos. Oriente item também segue agora uma vez que crítica no Senado.

Um projeto já foi retirado da agenda que previa a geração de vagas no Tribunal Superior de Justiça da Agenda depois a decisão do ministro Alexandre de Moraes no IOF.

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