‘Precisei de ajuda química e psiquiátrica’, diz Caio Blat sobre separação
Durante sua participação no programa “Sábia Ignorância”, do GNT, Caio Blat se emocionou ao falar sobre o tema separação.
A apresentadora Gabriela Prioli comentou um estudo sobre o “Relâmpago X da Infidelidade e da Infidelidade no Brasil”. A pesquisa mostra que oito em cada 10 casais brasileiros optam por continuar juntos mesmo depois de descobrirem a traição. Em outras palavras, a maioria das pessoas prefere perdoar o parceiro em vez de optar pelo rompimento.
Prioli questionou Caio Blat sobre o que considera uma traição no relacionamento.
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“É quando não conseguimos executar o que acreditamos. Acho que essa é a pior forma de traição, quando nos olhamos no espelho e não nos reconhecemos, não entendemos porque tomamos aquele caminho, porque fizemos aquilo, isso para mim é um escuridão. “É uma forma muito difícil de traição.”
Aproveitando o embalo, Caio Blat acabou abrindo o coração e comentando a ‘dor do rompimento’. Segundo ele, o término de um relacionamento tem a capacidade de desestabilizá-lo: “É porquê se ele estivesse vivenciando um luto”.
“É um buraco muito grande. Muito perto da morte. É uma sensação de que não haverá mais volta. Tive um ataque de pânico, tive um surto psicótico. Com o término do himeneu pensei que minha vida havia feito. É muito difícil se sustar.”
Em outro momento ele disse: “Estou me lembrando de uma situação. Fiz um filme de paixão no meio de um rompimento e fiquei deitada num esquina, no pavimento, chorando. Houve dois ou três dias em que não consegui trespassar da leito. Eu causei uma interrupção na produção. Ele precisava de suporte psiquiátrico. Em caso de emergência, também é necessário suporte químico e profissional. “Estava completamente exposto, à superfície.”
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