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Preço da gasolina aumentou porque muita gente se aproveita do infortúnio, diz Lula

Preço da gasolina aumentou porque muita gente se aproveita do infortúnio, diz Lula

Preço da gasolina aumentou porque muita gente se aproveita do infortúnio, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta quarta-feira (18), que os preços do diesel, da gasolina e de outros combustíveis aumentaram porque “no nosso envolvente há muita gente que gosta de aproveitar o infortúnio”.

“Cá no Brasil tomamos a decisão de isentar o PIS-Cofins e fazer mais um subvenção para evitar que o preço dos combustíveis suba.

Lula também mencionou as medidas tomadas pelo governo federalista para sustar o aumento dos preços dos combustíveis no país. Segundo o PT, “não faz sentido” que um conflito a quase 14 milénio quilómetros de intervalo afete a vida de quem vive no Brasil.

As declarações ocorreram em meio a tensões com caminhoneiros, que cogitam aderir à greve. Durante oração em evento em Brasília para homenagear as mulheres da pesca e da aquicultura. Lula também fez um paralelo em relação à pandemia de covid-19: “Muitas pessoas aproveitaram a Covid para lucrar numerário.”

“Vocês estão vendo o que está acontecendo com o diesel neste país.

“Estamos longe de Israel, por que temos que remunerar o preço do combustível? Por desculpa da irresponsabilidade dos cinco membros permanentes do Recomendação de Segurança da ONU. Quem são eles? Os Estados Unidos, a Rússia, a China, a França e a Inglaterra (Reino Unificado). São os cinco países que mais produzem armas, que têm armas nucleares, têm uma explosivo atómica”afirmou o presidente, pouco depois.

Governo propõe aos Estados zerar o ICMS do diesel
Nesta quarta-feira (18), o secretário executivo da Quinta, Darío Durigan, disse que o ministério sugeriu aos Estados e ao Província Federalista a cobrança do ICMS na importação de diesel.

O objetivo é facilitar a importação de combustíveis, que tem aumentado no mercado internacional em seguida o poderoso aumento dos preços do petróleo. Os governos regionais ainda discutirão a medida.

Segundo Durigan, o Tesouro assumiria metade dos custos dos Estados e do DF com a redução a zero do ICMS, o que ocorreria temporariamente, até 31 de maio. Nas contas da equipe econômica, isso implicaria uma perda de receitas de R$ 3 bilhões por mês. A União arcaria com 50% dos prejuízos, ou seja, com perdão de R$ 1,5 bilhão por mês.

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