Remédio para tratamento da fenilcetonúria recebe registro da Anvisa
A Sucursal Pátrio de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento Sephience, indicado para o tratamento da fenilcetonúria. A doença, de origem genética, é causada pela deficiência da enzima hepática responsável pela conversão da fenilalanina, presente nas proteínas da dieta, em tirosina.
Em nota, a Anvisa destacou que a fenilalanina é um aminoácido considerado forçoso ao organização, mas que sua ingestão deve ser rigorosamente controlada em pacientes fenilcetonúricos.
“A elevação desta enzima no sangue tem efeito neurotóxico e as suas consequências são graves – com desenvolvimento de défices neurocognitivos e deficiência intelectual grave e irreversível”indicou a filial.
“O controle dos níveis séricos de fenilalanina deve ser iniciado no primeiro mês de vida e mantido ao longo da vida. O medicamento autenticado, indicado para pacientes pediátricos e adultos, auxilia justamente na quebra desse aminoácido e pode ampliar as possibilidades de dieta, melhorando a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes”ele completou.
Dados do Ministério da Saúde indicam que a fenilcetonúria é detectada em exclusivamente um em cada 15 milénio a 17 milénio nascimentos no Brasil.
Entender
O diagnóstico precoce é feito através da detecção de níveis elevados de fenilalanina no sangue dos bebês, que tiveram amostras coletadas entre o terceiro e o quinto dia de vida. É recomendado que o sangue do recém-nascido seja coletado 48 horas posteriormente o promanação para prometer que ele tenha ingerido quantidades suficientes de proteínas para que apareçam alterações no vistoria, evitando assim resultados falso-negativos.
O vistoria é oferecido a toda a população pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o território pátrio, no Programa Pátrio de Triagem Neonatal (PNTN). Crianças com fenilcetonúria não apresentam sintomas ao nascer, mas sinais de demora no desenvolvimento neuropsicomotor (DNPM) são evidentes aos seis meses de idade. Se não iniciarem o tratamento no primeiro mês de vida – idealmente – desenvolvem deficiência intelectual, odor característico na urina e no suor, além de distúrbios comportamentais.
É importante que a família fique atenta e verifique a presença e a quantidade de fenilalanina nos rótulos dos medicamentos e víveres industrializados. São proibidos víveres que contenham o adoçante aspartame em sua formulação.
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